Curso “O golpe de 2016 no Brasil” terá 12 encontros e primeira atividade lota auditório Hilton Sales
Cerca de 150 pessoas presentes no evento lotaram o primeiro dia
– por Letícia Sabbatini

Mesa composta pelo Reitor Ricardo Berbara, pelo pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPPG) Alexandre Fortes e o professor Pedro Campos (Foto: Letícia Sabbatini)
Na última terça-feira (10/04), aconteceu o primeiro de uma sequência de 12 encontros do curso “O golpe de 2016 no Brasil e o futuro da democracia”. A atividade foi iniciada às 14 horas, no Auditório Hilton Sales (Pavilhão Central) e seu tema principal foi “A Universidade brasileira e o golpe de 2016”.
Organizado pelos professores Pedro Campos (DHRI) e Vladimir Lombardo Jorge (DCS). A mesa contou com a participação do reitor da UFRRJ, Ricardo Berbara, e do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPPG), Alexandre Fortes, como expositores iniciais.
No primeiro evento, o diretor Berbara iniciou o debate falando sobre a atual conjuntura política brasileira. Em seguida, entre os tópicos tratados, destacou-se o impeachment da ex-presidenta Dilma Roussef, a prisão do ex-presidente Lula, o governo Temer, a intervenção militar e as eleições presidenciais de outubro. “Nenhum de nós está a salvo do poder violento do estado nacional”, expôs o reitor em sua fala.
O papel da Universidade nesse contexto atual também foi muito debatido. Apresentando uma visão histórica, o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Alexandre Fortes falou em defesa das Universidades públicas e contra o seu sucateamento “É fundamental manter a autonomia. Precisamos nos unir em defesa da Universidade que, apesar de sucateada, tem muita força”.
Confira os próximos temas do curso abaixo:

(Foto: Divulgação)
- Confira aqui como foi o evento “A Educação e o Golpe: Desmontes e retrocessos“.
- Confira aqui como foi o evento “Militarização das cidades e a Intervenção Federal no Rio de Janeiro“.
- Confira aqui como foi o evento: “Os Meios de Comunicação e o Golpe“
- Confira aqui como foi o evento: “As riquezas do pré-sal e a soberania nacional na conjuntura do golpe“