{"id":224,"date":"2016-10-23T21:14:51","date_gmt":"2016-10-24T00:14:51","guid":{"rendered":"http:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/?p=224"},"modified":"2017-02-20T21:39:08","modified_gmt":"2017-02-21T00:39:08","slug":"coloquio-relacoes-internacionais-e-marxismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/coloquio-relacoes-internacionais-e-marxismo\/","title":{"rendered":"Col\u00f3quio Rela\u00e7\u00f5es Internacionais e Marxismo"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/ColoquioRIeMarxismo\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-222 size-full aligncenter\" src=\"http:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2016\/10\/14656326_200641547029875_6314644760816554439_n.jpg\" alt=\"14656326_200641547029875_6314644760816554439_n\" width=\"679\" height=\"960\" srcset=\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2016\/10\/14656326_200641547029875_6314644760816554439_n.jpg 679w, https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2016\/10\/14656326_200641547029875_6314644760816554439_n-212x300.jpg 212w\" sizes=\"auto, (max-width: 679px) 100vw, 679px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><span style=\"text-decoration: underline\">30 de novembro a 02 de dezembro de 2016 &#8211; UFRRJ\/UFRJ<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A corrente marxista ocupa uma posi\u00e7\u00e3o marginal nos debates tradicionais sobre Rela\u00e7\u00f5es Internacionais. Quando n\u00e3o ausente, aparece dilu\u00edda em outros matizes de pensamento, inclu\u00edda no campo residual das teorias cr\u00edticas. O ensino introdut\u00f3rio das RI passa ao largo da explica\u00e7\u00e3o marxista, por vezes sob o argumento de falta de tempo para Marx finalizar seu estudo sistem\u00e1tico sobre a sociedade burguesa, notadamente quanto ao Estado e o mercado mundial. Esta vis\u00e3o, largamente esposada pela maioria das academias no Brasil e no mundo reluz, n\u00e3o apenas desconhecimento sobre o arcabou\u00e7o te\u00f3rico como esconde certa rejei\u00e7\u00e3o ao projeto pol\u00edtico acoplado \u00e0 teoria social marxiana. Ainda nos Grundrisse, Marx alude que a tend\u00eancia de criar um mercado mundial \u00e9 inerente ao pr\u00f3prio conceito de capital.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Este argumento ratifica o descompasso existente no estudo da \u00e1rea. Antes mesmo do marco temporal adotado, do p\u00f3s-Primeira Guerra Mundial para o primeiro debate entre realismo e liberalismo, os estudos marxistas j\u00e1 manifestam sua preocupa\u00e7\u00e3o e sua \u00eanfase \u00e0 tem\u00e1tica internacional. As teorias cl\u00e1ssicas do imperialismo, por exemplo, carregam um substrato te\u00f3rico robusto e consistente. Isto se comprova por sua relev\u00e2ncia para o pensamento e as lutas revolucion\u00e1rias daquele per\u00edodo. A identifica\u00e7\u00e3o das transforma\u00e7\u00f5es no modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista, ocorridas a partir do \u00faltimo quartel do s\u00e9culo XIX, confere aos te\u00f3ricos do imperialismo, em que pesem as diverg\u00eancias significativas entre si, uma perspectiva que permite avaliar os fen\u00f4menos hist\u00f3ricos para al\u00e9m da apar\u00eancia, atingindo a ess\u00eancia do objeto de an\u00e1lise.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A expans\u00e3o exponencial do modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista pelo mundo e a reorganiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica p\u00f3s-1945 permitiram o avan\u00e7o nas reflex\u00f5es te\u00f3ricas e nas lutas revolucion\u00e1rias, como atestam o surgimento de correntes de pensamento que rachavam o monolitismo do bloco anglo-sax\u00e3o, como as teorias da depend\u00eancia, e os movimentos de descoloniza\u00e7\u00e3o e de autodetermina\u00e7\u00e3o, sobretudo, na \u00c1frica e na \u00c1sia. A emerg\u00eancia da periferia enquanto centro de resist\u00eancia e de transforma\u00e7\u00e3o marca as discuss\u00f5es sobre desenvolvimento e subdesenvolvimento, divis\u00e3o internacional do trabalho, as leituras da forma\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica do sistema capitalista, at\u00e9 os atuais debates sobre globaliza\u00e7\u00e3o, empresas multinacionais, a natureza e papel do Estado no capitalismo, hegemonia, contra-hegemonia e o imp\u00e9rio americano, compondo o vasto horizonte marxista de pensamento sobre a esfera internacional, cedendo elementos para a constru\u00e7\u00e3o desta \u00e1rea de conhecimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No Brasil, particularmente desde os anos 1970, h\u00e1 a participa\u00e7\u00e3o ativa e direta de pesquisadores latino-americanos, com figuras de destaque na corrente marxista da Teoria da Depend\u00eancia ou na Teoria do Sistema-Mundo. Contudo, essa influ\u00eancia n\u00e3o se materializou em uma assimila\u00e7\u00e3o mais sistem\u00e1tica e profunda na academia brasileira destas proposi\u00e7\u00f5es. A relativa aus\u00eancia da perspectiva marxista como paradigma leg\u00edtimo de reflex\u00e3o nas Rela\u00e7\u00f5es Internacionais no Brasil enfraquece a capacidade de elabora\u00e7\u00e3o de alternativas para a atua\u00e7\u00e3o internacional de um pa\u00eds dependente, como o Brasil. Esta limita\u00e7\u00e3o \u00e9, ao mesmo tempo, causa e efeito de uma identifica\u00e7\u00e3o da intelectualidade de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais e dos operadores de pol\u00edtica externa brasileira com o centro hegem\u00f4nico estadunidense, sua teoria e pr\u00e1tica, sendo uma barreira \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de uma nova identidade profundamente latino-americanista, terceiro-mundista e ligada \u00e0s causas populares de todo o mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A constru\u00e7\u00e3o de um campo marxista nas Rela\u00e7\u00f5es Internacionais no Brasil coloca-se hoje como necessidade. Com o objetivo de supri-la, o Laborat\u00f3rio Interdisciplinar de Estudos em Rela\u00e7\u00f5es Internacionais (LIERI), da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, e o Laborat\u00f3rio de Estudos sobre Hegemonia e Contra-hegemonia (LEHC), da Universidade Federal do Rio de Janeiro, organizam o col\u00f3quio \u201cRela\u00e7\u00f5es Internacionais e Marxismo\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O desenvolvimento do campo marxista pode impactar sobre a \u00e1rea no Brasil em m\u00faltiplos aspectos. Teoricamente, permitir\u00e1 o aprofundamento dos debates, impondo um desafio aos paradigmas dominantes. Por suas caracter\u00edsticas intr\u00ednsecas, o marxismo enfatiza o aspecto hist\u00f3rico e a possibilidade de transforma\u00e7\u00e3o das estruturas internacionais. Por romper com a compartimentaliza\u00e7\u00e3o do conhecimento, \u00e9 a \u00fanica abordagem capaz de confluir a Economia Pol\u00edtica Internacional, as Teorias de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais e a Geopol\u00edtica. Ademais, o marxismo transcende o campo da teoria, tendo um papel pol\u00edtico \u2013 o qual \u00e9 indissoci\u00e1vel do cient\u00edfico \u2013 e mesmo social: a inclus\u00e3o de perspectivas que emergem dos setores explorados e oprimidos. O marxismo vai al\u00e9m de outras correntes cr\u00edticas, que apontam, corretamente, a inexist\u00eancia de neutralidade axiol\u00f3gica nas Rela\u00e7\u00f5es Internacionais. Ele assume organicamente um compromisso ao te\u00f3rico e pol\u00edtico com os oprimidos do mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Este col\u00f3quio ter\u00e1, como desafio, a constru\u00e7\u00e3o de uma unidade na diversidade de concep\u00e7\u00f5es marxistas. H\u00e1 elementos de converg\u00eancia, tanto te\u00f3ricos, como metodol\u00f3gicos e pol\u00edticos. Ainda que existindo leituras distintas, h\u00e1 um conjunto conceitual que aproxima e estabelece pontos m\u00ednimos de contato, como a depend\u00eancia, a hegemonia e o imperialismo. Neste sentido, ressalta-se a converg\u00eancia do evento com o calend\u00e1rio internacional de comemora\u00e7\u00f5es dos cem anos de lan\u00e7amento da obra seminal para as Rela\u00e7\u00f5es Internacionais, O Imperialismo, etapa superior do capitalismo, de Vladimir L\u00eanin e a menos de um ano do centen\u00e1rio da Revolu\u00e7\u00e3o Russa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Para a constru\u00e7\u00e3o deste campo comum do marxismo nas Rela\u00e7\u00f5es Internacionais brasileira, o evento se prop\u00f5e a ser um espa\u00e7o de reflex\u00e3o duplo, tanto interno ao pr\u00f3prio marxismo, como cr\u00edtico em rela\u00e7\u00e3o aos outros paradigmas. No que diz respeito ao col\u00f3quio, ser\u00e3o organizados dois espa\u00e7os distintos, mas complementares, de discuss\u00e3o sobre os temas e conceitos pr\u00f3prios que s\u00e3o parte do patrim\u00f4nio te\u00f3rico marxista (imperialismo, depend\u00eancia, hegemonia, entre outros), e outro onde se exercer\u00e1 o processo de an\u00e1lise cr\u00edtica em temas centrais das Rela\u00e7\u00f5es Internacionais (teoria, pol\u00edtica externa, integra\u00e7\u00e3o regional, entre outros).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Por fim, este evento se dar\u00e1 nos marcos n\u00e3o s\u00f3 da elabora\u00e7\u00e3o marxista, mas de uma perspectiva desde a periferia. Procurar-se-\u00e1 contribuir para colocar em evid\u00eancia o papel do antagonismo Centro-Periferia no \u00e2mbito global, nacional e local. Isso significa pensar as Rela\u00e7\u00f5es Internacionais a partir das experi\u00eancias da realidade perif\u00e9rica. Assim, este evento n\u00e3o poderia ser mais prop\u00edcio: ocorrer\u00e1 num pa\u00eds da perif\u00e9rica Am\u00e9rica do Sul, parte do Sul Global, e ter\u00e1 como um dos seus organizadores uma universidade situada na periferia do Rio de Janeiro, a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, localizada em Serop\u00e9dica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>30 de novembro a 02 de dezembro de 2016 &#8211; UFRRJ\/UFRJ A corrente marxista ocupa uma posi\u00e7\u00e3o marginal nos debates tradicionais sobre [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":222,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[3],"tags":[12,19,18,20,21,23,17,16,22,13,15,14],"class_list":["post-224","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-coloquio-relacoes-internacionais-e-marxismo","tag-corecon","tag-faperj","tag-ichs","tag-ifcs","tag-instituto-celso-furtado","tag-lehc","tag-lieri","tag-pepi","tag-relacoes-internacionais","tag-ufrj","tag-ufrrj"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.8 - 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