{"id":1267,"date":"2025-04-11T12:46:58","date_gmt":"2025-04-11T15:46:58","guid":{"rendered":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/?p=1267"},"modified":"2025-04-11T13:46:56","modified_gmt":"2025-04-11T16:46:56","slug":"um-seculo-de-debates-sobre-a-teoria-marxista-do-imperialismo-como-o-bloco-no-poder-molda-as-relacoes-imperialistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/um-seculo-de-debates-sobre-a-teoria-marxista-do-imperialismo-como-o-bloco-no-poder-molda-as-relacoes-imperialistas\/","title":{"rendered":"Um s\u00e9culo de debates sobre a teoria marxista do imperialismo: como o bloco no poder molda as rela\u00e7\u00f5es imperialistas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\">Autor: Geremias Dias dos Santos de Carvalho. Bacharel em Rela\u00e7\u00f5es Internacionais pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFFRJ) e participante do projeto de extens\u00e3o \u201cBoletim Conex\u00e3o SinoLatina\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: right\">O trabalho est\u00e1 baseado na monografia intitulada \u201cUm s\u00e9culo de debates sobre a teoria marxista do imperialismo: como o bloco no poder molda as rela\u00e7\u00f5es imperialistas\u201d, defendida em 2024 e orientada pelo Prof. Dr. Caio Martins Bugiato.<\/p>\n<p><strong>Resumo: <\/strong><\/p>\n<p>Este artigo analisa cinco te\u00f3ricos marxistas e suas teorias do imperialismo, defendendo a possibilidade de altern\u00e2ncia, preval\u00eancia ou at\u00e9 coexist\u00eancia das alian\u00e7as ultraimperialistas e das rivalidades interimperialistas, a partir da correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as dos blocos no poder no sistema de Estados nacionais.<\/p>\n<p><strong>As rela\u00e7\u00f5es imperialistas e o bloco no poder\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>O debate te\u00f3rico sobre o imperialismo carrega um grande potencial explicativo nas Rela\u00e7\u00f5es Internacionais que precisa ser esquematizado a fim de facilitar a compreens\u00e3o, considerando a imensid\u00e3o de teorias e perspectivas sobre o tema. Entende-se o imperialismo aqui a partir da sua especificidade hist\u00f3rica, ou seja, a emerg\u00eancia do modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista que inaugura a contemporaneidade hist\u00f3rica e determinadas rela\u00e7\u00f5es sociais e econ\u00f4micas lan\u00e7am suas bases estruturais espec\u00edficas, delineando as rela\u00e7\u00f5es internacionais (Os\u00f3rio, 2018). Ainda que o debate tenha se iniciado no final do s\u00e9culo XIX, ressalta-se que a an\u00e1lise do imperialismo nas rela\u00e7\u00f5es internacionais contempor\u00e2neas \u00e9 central, uma vez que os Estados capitalistas seguem em sua disputa de poder e riqueza (Bugiato, 2017). Nesse sentido, os autores marxistas, em geral, entendem o imperialismo por duas perspectivas distintas: seja como fen\u00f4meno da pol\u00edtica externa ou como uma fase do capitalismo. Diversos autores abordaram o tema, no entanto, o presente artigo se concentra apenas no debate entre dois autores cl\u00e1ssicos e outros dois contempor\u00e2neos, al\u00e9m de trazer a perspectiva \u00fanica de Nicos Poulantzas sobre o Estado capitalista e o imperialismo a fim de apresentar propostas de an\u00e1lise complementar do tema.<\/p>\n<p>O debate te\u00f3rico inaugural se deu entre Vladimir Lenin (1870-1924) e Karl Kautsky (1854-1938) num contexto de rivalidades entre as pot\u00eancias capitalistas na passagem do s\u00e9culo XIX para o s\u00e9culo XX. Esse debate precursor (que conta com outros te\u00f3ricos relevantes, como Rosa Luxemburgo) seguiu sendo relevante para inspirar outros marxistas a discutirem esse fen\u00f4meno particular do capitalismo. Segundo o professor Caio Bugiato (2017), Karl Kautsky apresenta o conceito de ultra-imperialismo, entendido como uma alian\u00e7a entre Estados capitalistas que culmina na paz liberal. Como o imperialismo leva \u00e0 guerra e destrui\u00e7\u00e3o do capital, o ultraimperialismo seria uma muta\u00e7\u00e3o desse fen\u00f4meno da pol\u00edtica externa das metr\u00f3poles: uma alian\u00e7a sagrada entre os imperialistas a fim de estabilizar o sistema internacional. Esse momento de paz e desenvolvimento da democracia, segundo Kautsky, seria o momento ideal para florescer a revolu\u00e7\u00e3o socialista. Lenin, por outro lado, observava um contexto de rivalidades e conflitos entre Estados imperialistas na fase avan\u00e7ada do capitalismo (capitalismo monopolista ou imperialismo). Para ele, os interesses dos capitalistas monopolistas se chocam na procura de novos espa\u00e7os para aumentarem seus lucros e os desentendimentos nessa procura por novos mercados ser\u00e3o resolvidos, normalmente, por meio da guerra. Ele considerava esse o momento ideal para a luta dos trabalhadores contra a burguesia, a fim de instaurar o socialismo. Ainda que Lenin entendesse o ultra imperialismo como uma possibilidade te\u00f3rica, o revolucion\u00e1rio aponta que o desenvolvimento desigual do capitalismo tende aos conflitos e antagonismos entre as classes dominantes. Bugiato (2017) conclui que existe uma poss\u00edvel complementaridade entre ambas as teorias e considera que elas n\u00e3o se anulam. O debate de Panitch-Gindin e Callinicos pode ser visto como uma atualiza\u00e7\u00e3o desse debate cl\u00e1ssico.<\/p>\n<p>Panitch e Gindin (2012) apresentam o conceito de imp\u00e9rio informal americano para justificar que o imperialismo atual \u00e9 dominado pelo Estado estadunidense e o grau de integra\u00e7\u00e3o entre as pot\u00eancias capitalistas impede a forma\u00e7\u00e3o de rivalidades interimperialistas. A partir de uma leitura de Poulantzas e sua teoria do Estado capitalista, eles argumentam que o Estado estadunidense teve um papel fundamental na internacionaliza\u00e7\u00e3o do Estado, da produ\u00e7\u00e3o e das finan\u00e7as no p\u00f3s-II Guerra. Atrav\u00e9s da reconstru\u00e7\u00e3o das pot\u00eancias europeias e do Jap\u00e3o, majoritariamente por meio de investimentos externos diretos (internacionaliza\u00e7\u00e3o das corpora\u00e7\u00f5es modernas americanas), e dos seus respectivos Estados, os Estados Unidos consolidaram um imp\u00e9rio informal que n\u00e3o foi desmantelado mesmo com o neoliberalismo. A principal cr\u00edtica de Panitch e Gindin sobre a tese de Lenin (resgatada por Callinicos) \u00e9 que o imp\u00e9rio informal americano, ao incorporar os demais Estados avan\u00e7ados na cadeia, elimina a possibilidade da rivalidade interimperialista, considerada inevit\u00e1vel para Lenin. Por conta das intr\u00ednsecas rela\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e a profunda integra\u00e7\u00e3o dos Estados capitalistas \u00e0 economia estadunidense, \u00e9 quase nula a possibilidade de uma guerra mundial enquanto durar o imp\u00e9rio informal (Panitch; Gindin, 2012). Callinicos (2009) aborda a teoria do imperialismo como a atual fase do desenvolvimento capitalista, apontando que Panitch e Gindin restauram a tese ultraimperialista de Kautsky. Para Callinicos, o imperialismo \u00e9 uma forma espec\u00edfica de domina\u00e7\u00e3o pol\u00edtica que gera uma unidade pol\u00edtica ampla e expansionista, al\u00e9m de produzir diferen\u00e7as e desigualdades (Bugiato; Berringer, 2021). Ele defende que a tese leninista da competi\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e geopol\u00edtica n\u00e3o foi extinta pelo imp\u00e9rio estadunidense. A possibilidade de conflitos na tr\u00edade (Estados Unidos-Uni\u00e3o Europeia-Jap\u00e3o) n\u00e3o est\u00e1 descartada, considerando o desenvolvimento capitalista desigual e combinado das rela\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o no sistema de Estados. Al\u00e9m disso, o modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista precisa do sistema de Estados soberanos e m\u00faltiplos para existir e as rivalidades interimperialistas (ampliadas, em sua concep\u00e7\u00e3o, para competi\u00e7\u00e3o geopol\u00edtica) s\u00e3o uma tend\u00eancia do imperialismo, fase superior do capitalismo.<\/p>\n<p>Como dito anteriormente, este artigo defende que a teoria de Estado capitalista e imperialismo de Poulantzas permite uma an\u00e1lise ampliada desses debates. Tanto a rivalidade imperialista de Lenin, quanto a alian\u00e7a ultraimperialista de Kautsky, quanto a atualiza\u00e7\u00e3o dessas teses, s\u00e3o uma possibilidade, seja em coexist\u00eancia ou preval\u00eancia de uma sobre a outra, ou ainda uma certa altern\u00e2ncia em determinado espa\u00e7o e tempo hist\u00f3rico. Pois se trata de uma disputa entre Estados imperialistas (capitalistas por excel\u00eancia), no qual h\u00e1 espa\u00e7o para muta\u00e7\u00f5es na forma ou no estilo de imperialismo adotado pelas classes dominantes. Segundo Poulantzas (2019) o bloco no poder \u00e9 uma unidade contradit\u00f3ria das fra\u00e7\u00f5es da burguesia que se re\u00fanem em torno de objetivos gerais: a manuten\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o capitalistas. Essa manuten\u00e7\u00e3o representa o interesse pol\u00edtico geral da classe dominante, n\u00e3o eliminando os interesses econ\u00f4micos de cada classe. O bloco \u00e9 fruto de uma luta de classes intraburguesa entre v\u00e1rias fra\u00e7\u00f5es de classes, da qual uma desponta como hegem\u00f4nica e imprime no Estado os interesses pol\u00edticos de classe, e os seus interesses econ\u00f4micos s\u00e3o tratados como prioridade pelo Estado. Nesse sentido, as rela\u00e7\u00f5es internacionais acabam por desenvolver rela\u00e7\u00f5es complexas entre blocos no poder das forma\u00e7\u00f5es sociais, sejam dominantes ou dominadas (Bugiato; Hernandez, 2011). O sistema de Estados nacionais, portanto, \u00e9 um sistema de blocos no poder que, atrav\u00e9s do Estado, desenvolvem rela\u00e7\u00f5es tanto de coopera\u00e7\u00e3o quanto de conflito segundo os interesses da fra\u00e7\u00e3o hegem\u00f4nica no bloco. Logo, a forma do imperialismo pode sofrer muta\u00e7\u00f5es de acordo com o bloco no poder de cada Estado imperialista, dependendo, portanto, das diretrizes ditadas pelos capitalistas no interior de cada Estado. Consequentemente estas diretrizes extrapolam suas fronteiras, impactando as rela\u00e7\u00f5es internacionais e dando forma ao imperialismo de determinado per\u00edodo hist\u00f3rico.<\/p>\n<p>O Estado nacional, apesar da globaliza\u00e7\u00e3o e da neoliberaliza\u00e7\u00e3o, segue sendo respons\u00e1vel pela manuten\u00e7\u00e3o da coes\u00e3o social em uma forma\u00e7\u00e3o atravessada pela luta de classes. A partir do p\u00f3s-guerra, o processo de internacionaliza\u00e7\u00e3o do capital (reprodu\u00e7\u00e3o interiorizada e induzida do modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista nos Estados nacionais) gerou novas e complexas din\u00e2micas nas fra\u00e7\u00f5es de classe burguesa em um contexto de reconstru\u00e7\u00e3o do capitalismo nas metr\u00f3poles imperialistas (Poulantzas, 1978). Assim sendo, a possibilidade de altern\u00e2ncia, preval\u00eancia ou at\u00e9 coexist\u00eancia, no espa\u00e7o e no tempo, das alian\u00e7as ultraimperialistas e das rivalidades interimperialistas \u00e9 real, dependendo da correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as dos blocos no poder nos Estados.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong><\/p>\n<p>BUGIATO, Caio; HERNANDEZ, Matheus de Carvalho. <strong>Marxismo, Poulantzas e suas contribui\u00e7\u00f5es para o campo de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais<\/strong>. In: Revista de Estudos Internacionais, v.2, n.2. Universidade Estadual da Para\u00edba, 2011.<\/p>\n<p>BUGIATO, Caio. <strong>Kautsky e Lenin: imperialismo, paz e guerra nas rela\u00e7\u00f5es internacionais.<\/strong> Revista Novos Rumos, [S. l.], v. 54, n. 2, 2017. DOI: 10.36311\/0102-5864.2017.v54n2.05.p24. Dispon\u00edvel em: https:\/\/revistas.marilia.unesp.br\/index.php\/novosrumos\/article\/view\/8533. Acesso em: 20 abr. 2024.<\/p>\n<p>BUGIATO, Caio; BERRINGER, Tatiana. <strong>Coopera\u00e7\u00e3o e conflito imperialistas: Um debate te\u00f3rico secular.<\/strong> Revista Estudos do Sul Global, v. 1, n. 1, 2021. Dispon\u00edvel em: https:\/\/resg.thetricontinental.org\/index.php\/resg\/article\/view\/4. Acesso em: 24 de set. de 2024.<\/p>\n<p>CALLINICOS, Alex. <strong>Imperialism and global political economy.<\/strong> Polity Press: Cambridge, 2009.<\/p>\n<p>OS\u00d3RIO, Luiz Felipe. <strong>Imperialismo, Estado e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais.<\/strong> S\u00e3o Paulo: Editora Ideias &amp; Letras, 2018. 288p.<\/p>\n<p>PANITCH, Leo; GINDIN, Sam. <strong>The making of global capitalism: the political economy of American empire<\/strong>. New York, London: Verso, 2012.<\/p>\n<p>POULANTZAS, Nicos. <strong>As classes sociais no capitalismo hoje<\/strong>. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.<\/p>\n<p>______. <strong>Poder pol\u00edtico e classes sociais.<\/strong> Tradu\u00e7\u00e3o Maria Leonor F. R. Loureiro. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2019.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Autor: Geremias Dias dos Santos de Carvalho. 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