{"id":1253,"date":"2025-03-19T14:16:04","date_gmt":"2025-03-19T17:16:04","guid":{"rendered":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/?p=1253"},"modified":"2025-03-19T14:23:22","modified_gmt":"2025-03-19T17:23:22","slug":"a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/","title":{"rendered":"A Securitiza\u00e7\u00e3o e a Estrat\u00e9gia dos Estados Unidos na Guerra ao Terror no P\u00f3s 11 de setembro (2001-2008)"},"content":{"rendered":"<h2><\/h2>\n<p style=\"text-align: right\">Autora: Oksanne Resende Dall\u2019 Alba Silveira<\/p>\n<p style=\"text-align: right\">O trabalho est\u00e1 baseado no TCC orientado pela professora Marina Vitelli e defendido em 2023<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong><\/p>\n<p>Este artigo analisa a Guerra ao Terror (GaT) dos Estados Unidos no p\u00f3s-11 de Setembro (2001-2008) pela perspectiva da teoria da securitiza\u00e7\u00e3o. Examina como o discurso de seguran\u00e7a legitimou a\u00e7\u00f5es militares e pol\u00edticas antiterrorismo, destacando a constru\u00e7\u00e3o da amea\u00e7a terrorista como justificativa para interven\u00e7\u00f5es e fortalecimento do aparato de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Palavras Chaves: <\/strong>Securitiza\u00e7\u00e3o; Estados Unidos; Guerra ao Terror<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os atentados de 11 de setembro de 2001 representaram um dos eventos mais impactantes do in\u00edcio do s\u00e9culo XXI, alterando profundamente a pol\u00edtica internacional e as din\u00e2micas de seguran\u00e7a global. Os ataques terroristas coordenados contra o World Trade Center em Nova York e o Pent\u00e1gono em Washington, D.C., n\u00e3o apenas causaram uma trag\u00e9dia humana de propor\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas, mas tamb\u00e9m redefiniram a pol\u00edtica externa dos Estados Unidos, dando in\u00edcio \u00e0 chamada &#8220;Guerra ao Terror&#8221; (GaT). Essa estrat\u00e9gia, adotada pelo governo de George W. Bush, n\u00e3o se limitou a combater organiza\u00e7\u00f5es terroristas, como a Al-Qaeda, mas tamb\u00e9m buscou securitizar a amea\u00e7a terrorista, transformando-a em uma quest\u00e3o de seguran\u00e7a nacional que justificou interven\u00e7\u00f5es militares e a expans\u00e3o do aparato de seguran\u00e7a no Oriente M\u00e9dio, especialmente no Afeganist\u00e3o e no Iraque.<\/p>\n<p>Este artigo prop\u00f5e-se a analisar a Guerra ao Terror no per\u00edodo p\u00f3s-11 de setembro (2001-2008) pela perspectiva da teoria da securitiza\u00e7\u00e3o, desenvolvida pela Escola de Copenhague. A securitiza\u00e7\u00e3o, como conceito, refere-se ao processo pelo qual uma quest\u00e3o \u00e9 elevada ao status de amea\u00e7a existencial, permitindo a ado\u00e7\u00e3o de medidas extraordin\u00e1rias que transcendem as pr\u00e1ticas pol\u00edticas normais\u00a0 (Booth, 1997). Nesse sentido, o discurso pol\u00edtico desempenha um papel central na constru\u00e7\u00e3o dessa amea\u00e7a, legitimando a\u00e7\u00f5es que, em outras circunst\u00e2ncias, seriam consideradas excessivas ou antidemocr\u00e1ticas. A an\u00e1lise concentra-se no governo Bush, per\u00edodo em que a securitiza\u00e7\u00e3o do terrorismo isl\u00e2mico foi intensificada, e examina como o discurso de seguran\u00e7a foi utilizado para justificar interven\u00e7\u00f5es militares e pol\u00edticas de seguran\u00e7a nacional.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A TEORIA DA SECURITIZA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A securitiza\u00e7\u00e3o, conforme definida pela Escola de Copenhague, \u00e9 um processo discursivo no qual uma quest\u00e3o \u00e9 elevada ao status de amea\u00e7a existencial, permitindo a ado\u00e7\u00e3o de medidas excepcionais que transcendem as pr\u00e1ticas pol\u00edticas normais (Buzan et al., 1998). Como destaca Duque (2009), o estudo da securitiza\u00e7\u00e3o est\u00e1 intrinsecamente ligado ao discurso, pois as palavras empregadas para categorizar problemas como amea\u00e7as n\u00e3o s\u00e3o meras express\u00f5es lingu\u00edsticas, mas ve\u00edculos de a\u00e7\u00e3o que convocam a tomada de medidas de contraposi\u00e7\u00e3o. Nesse sentido, o discurso desempenha um papel central na constru\u00e7\u00e3o e na gest\u00e3o das quest\u00f5es de seguran\u00e7a, moldando a percep\u00e7\u00e3o das amea\u00e7as e legitimando as a\u00e7\u00f5es a serem tomadas.<\/p>\n<p>No contexto da Guerra ao Terror, o discurso pol\u00edtico do governo Bush foi fundamental para securitizar o terrorismo isl\u00e2mico. Os atentados de 11 de setembro foram retratados como um evento singular e sem precedentes, um &#8220;marco de mudan\u00e7a global&#8221; que demandava uma resposta excepcional. Essa narrativa foi constru\u00edda cuidadosamente por meio da escolha estrat\u00e9gica de palavras e imagens, que buscavam mobilizar o apoio p\u00fablico e internacional para as interven\u00e7\u00f5es militares. Em seu primeiro discurso ap\u00f3s os ataques, o presidente Bush declarou: &#8220;Hoje, nossos concidad\u00e3os, nosso modo de vida, nossa liberdade, foram atacados em uma s\u00e9rie de atos terroristas deliberados e mortais&#8221; (Bush, 2001). Essa fala n\u00e3o apenas descreveu os eventos, mas tamb\u00e9m construiu uma narrativa que associou os ataques a uma amea\u00e7a existencial aos valores fundamentais dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>A securitiza\u00e7\u00e3o do terrorismo isl\u00e2mico foi refor\u00e7ada pela constru\u00e7\u00e3o de uma dicotomia entre o &#8220;self&#8221; americano e o &#8220;other&#8221; terrorista. Como argumenta Wendt (1999), as identidades estatais s\u00e3o constru\u00eddas por meio de intera\u00e7\u00f5es sociais e influenciam as rela\u00e7\u00f5es internacionais. No discurso de Bush, os Estados Unidos foram retratados como um &#8220;farol de liberdade e oportunidade&#8221;, enquanto os terroristas foram descritos como &#8220;o pior da natureza humana&#8221; (Bush, 2001). Essa polariza\u00e7\u00e3o entre o bem e o mal foi essencial para mobilizar o apoio p\u00fablico e justificar medidas excepcionais, como a invas\u00e3o do Afeganist\u00e3o e do Iraque.<\/p>\n<p>A narrativa de Bush tamb\u00e9m enfatizou a ideia de que os terroristas se opunham n\u00e3o apenas ao poder militar e econ\u00f4mico dos Estados Unidos, mas tamb\u00e9m aos seus valores culturais e morais. Como observa Santos (2018), essa abordagem foi elaborada estrategicamente para demonstrar que os ataques buscavam aniquilar a ess\u00eancia dos Estados Unidos como na\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica e promotora da civiliza\u00e7\u00e3o. Ao vincular a resposta \u00e0 no\u00e7\u00e3o de defesa da na\u00e7\u00e3o e de seus princ\u00edpios, Bush procurou assegurar um apoio mais amplo \u00e0s medidas adotadas, mesmo aquelas que implicavam em sacrif\u00edcios das liberdades individuais em nome da seguran\u00e7a coletiva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O CASO DO AFEGANIST\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ap\u00f3s os atentados de 11 de setembro, a interven\u00e7\u00e3o no Afeganist\u00e3o foi justificada pelo governo dos Estados Unidos como uma quest\u00e3o de seguran\u00e7a nacional e um esfor\u00e7o para combater o terrorismo global. O presidente George W. Bush construiu uma narrativa que contrastava os valores americanos, como liberdade e civiliza\u00e7\u00e3o, com a barb\u00e1rie dos terroristas, retratando o Afeganist\u00e3o como um &#8220;estado falido&#8221; que abrigava a Al-Qaeda. Essa dicotomia entre o &#8220;self&#8221; americano e o &#8220;other&#8221; terrorista foi essencial para legitimar a invas\u00e3o militar em 2001 e a ado\u00e7\u00e3o de medidas extraordin\u00e1rias, como a cria\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o de Guant\u00e1namo Bay, onde suspeitos de terrorismo foram detidos sem julgamento e sujeitos a tratamentos desumanos. A securitiza\u00e7\u00e3o do Afeganist\u00e3o permitiu que viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos fossem justificadas como necess\u00e1rias para a seguran\u00e7a nacional, destacando o poder do discurso na constru\u00e7\u00e3o de amea\u00e7as e na mobiliza\u00e7\u00e3o de apoio p\u00fablico e internacional (Jackson, 2009; Duque, 2008; Santos, 2018).<\/p>\n<p>A narrativa de Bush enfatizou que a interven\u00e7\u00e3o no Afeganist\u00e3o era parte de um esfor\u00e7o global para proteger a civiliza\u00e7\u00e3o contra o terrorismo. Ao retratar os terroristas como inimigos da liberdade e da democracia, o governo americano conseguiu legitimar a\u00e7\u00f5es militares e pol\u00edticas de seguran\u00e7a que, em outras circunst\u00e2ncias, seriam questionadas. A efic\u00e1cia da securitiza\u00e7\u00e3o foi evidenciada pelo apoio p\u00fablico \u00e0s medidas excepcionais, mesmo diante de viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos. Essa estrat\u00e9gia discursiva n\u00e3o apenas justificou a invas\u00e3o do Afeganist\u00e3o, mas tamb\u00e9m refor\u00e7ou a ideia de que os Estados Unidos estavam defendendo valores universais, como a liberdade e a paz, contra for\u00e7as hostis e amea\u00e7adoras (Bush, 2001; Hansen, 2006; Oliveira, 2009).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O CASO DO IRAQUE<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O caso do Iraque no contexto p\u00f3s-11 de setembro \u00e9 um dos epis\u00f3dios mais controversos da Guerra ao Terror. A invas\u00e3o do Iraque em 2003 foi justificada pelo governo Bush como uma resposta necess\u00e1ria a uma amea\u00e7a iminente, apesar da falta de evid\u00eancias concretas que ligassem o regime de Saddam Hussein aos ataques de 11 de setembro ou \u00e0 posse de armas de destrui\u00e7\u00e3o em massa (ADMs). Por meio de uma campanha de securitiza\u00e7\u00e3o, o Iraque foi retratado como uma &#8220;bomba-rel\u00f3gio&#8221; que representava um perigo global, com alega\u00e7\u00f5es de que Saddam Hussein estava acumulando ADMs e colaborando com grupos terroristas. Essa narrativa, embora n\u00e3o comprovada, foi eficaz em mobilizar apoio p\u00fablico e internacional, permitindo que os Estados Unidos invadissem o pa\u00eds sem a aprova\u00e7\u00e3o do Conselho de Seguran\u00e7a da ONU. A ret\u00f3rica de urg\u00eancia e amea\u00e7a existencial foi crucial para justificar a\u00e7\u00f5es excepcionais, como o uso de tortura e deten\u00e7\u00f5es indefinidas, que seriam inaceit\u00e1veis em circunst\u00e2ncias normais (Hughes, 2007; Duque, 2008).<\/p>\n<p>A securitiza\u00e7\u00e3o do Iraque ilustra como o discurso pol\u00edtico pode ser usado para construir narrativas persuasivas, mesmo na aus\u00eancia de evid\u00eancias concretas. Apesar das controv\u00e9rsias e da falta de ADMs encontradas ap\u00f3s a invas\u00e3o, a narrativa de que o Iraque representava uma amea\u00e7a iminente foi eficaz em justificar a interven\u00e7\u00e3o militar e a ado\u00e7\u00e3o de medidas extremas. Esse caso destaca o poder da ret\u00f3rica na pol\u00edtica internacional e levanta quest\u00f5es \u00e9ticas sobre o uso do discurso para legitimar a\u00e7\u00f5es que violam princ\u00edpios democr\u00e1ticos e direitos humanos. A invas\u00e3o do Iraque permanece como um exemplo marcante de como a securitiza\u00e7\u00e3o pode ser instrumentalizada para justificar guerras e pol\u00edticas controversas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CONSIDERA\u00c7\u00d5ES FINAIS <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>A an\u00e1lise da Guerra ao Terror no per\u00edodo p\u00f3s-11 de setembro, com foco nas interven\u00e7\u00f5es no Afeganist\u00e3o e no Iraque, revela o poder do discurso pol\u00edtico na constru\u00e7\u00e3o de narrativas que justificam a\u00e7\u00f5es militares e medidas excepcionais. Por meio da teoria da securitiza\u00e7\u00e3o, o governo dos Estados Unidos transformou o terrorismo em uma amea\u00e7a existencial, utilizando uma ret\u00f3rica que contrastava os valores americanos com a barb\u00e1rie dos terroristas. No caso do Afeganist\u00e3o, a representa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds como um &#8220;estado falido&#8221; e ref\u00fagio da Al-Qaeda legitimou a invas\u00e3o militar e a ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas controversas, como a deten\u00e7\u00e3o de suspeitos em Guant\u00e1namo Bay. J\u00e1 no Iraque, a alega\u00e7\u00e3o de que Saddam Hussein possu\u00eda armas de destrui\u00e7\u00e3o em massa e colaborava com grupos terroristas serviu para justificar uma invas\u00e3o sem o aval da comunidade internacional, apesar da falta de evid\u00eancias concretas.<\/p>\n<p>Esses casos ilustram como a securitiza\u00e7\u00e3o pode ser instrumentalizada para mobilizar apoio p\u00fablico e internacional, permitindo a ado\u00e7\u00e3o de medidas que, em outras circunst\u00e2ncias, seriam questionadas sob o ponto de vista \u00e9tico e legal. A efic\u00e1cia do discurso na constru\u00e7\u00e3o de amea\u00e7as e na legitima\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es excepcionais levanta quest\u00f5es importantes sobre o uso da ret\u00f3rica na pol\u00edtica internacional e suas implica\u00e7\u00f5es para os direitos humanos e a democracia. A Guerra ao Terror, portanto, n\u00e3o foi apenas um conflito militar, mas tamb\u00e9m uma batalha discursiva que moldou a percep\u00e7\u00e3o global sobre seguran\u00e7a, terrorismo e interven\u00e7\u00e3o. Essa an\u00e1lise destaca a necessidade de um olhar cr\u00edtico sobre as narrativas de seguran\u00e7a e os processos de securitiza\u00e7\u00e3o, especialmente em um mundo onde o discurso pol\u00edtico continua a influenciar decis\u00f5es de vida ou morte.<\/p>\n<h3><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/h3>\n<p>A teoria de securitiza\u00e7\u00e3o e o processo decis\u00f3rio da estrat\u00e9gia militar dos Estados Unidos na Guerra do Iraque. Funag.gov.br. Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/www.funag.gov.br\/ipri\/btd\/index.php\/10-dissertacoes\/951-a-teoria-de-securitizacao-e-o-processo-decisorio-da-estrategia-militar-dos-estados-unidos-na-guerra-do-iraque&gt;. Acesso em: 19 fev. 2025.<\/p>\n<p>BOOTH, Ken. Security and emancipation. Review of International Studies, vol. 17, n. 4, pp. 313-326, 1997.<\/p>\n<p>BUZAN, Barry. G., W\u00e6ver, O., &amp; de Wilde, J. H. Security: A New Framework for Analysis. Lynne Rienner, 1998.<\/p>\n<p>BUZAN, Barry. People, States and Fear: An Agenda for International Security Studies in the Post-Cold War. London: Hasvester Wheatsheaf, 1991.<\/p>\n<p>DUQUE, Marina Guedes. O papel de s\u00edntese da escola de Copenhague nos estudos de seguran\u00e7a internacional. Contexto Internacional, v. 31, n. 3, p. 459\u2013501, 2009.<\/p>\n<p>HANSEN, L. Theorizing the Image for Security Studies: Visual Securitization and the Muhammad Cartoon Crisis. European Journal of International Relations, vol. 17, n. 1, pp. 51-74, 2006.<\/p>\n<p>HUGHES, Bryan. Securitizing Iraq: The Bush Administration&#8217;s Social Construction of Security, Global Change, Peace &amp; Security: formerly Pacifica Review: Peace, Security &amp; Global Change, 19:2, 83-102, 2007.<\/p>\n<p>JACKSON, R. The 9\/11 Attacks and the Social Construction of a National Narrative. In: Morgan, M.J. (eds) The Impact of 9\/11 on the Media, Arts, and Entertainment. The Day that Changed Everything?. Palgrave Macmillan, New York, 2009.<\/p>\n<p>President\u2019s Remarks at the United Nations General Assembly. Archives.gov. Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/georgewbush-whitehouse.archives.gov\/news\/releases\/2002\/09\/20020912-1.html&gt;. Acesso em: 19 fev. 2025.<\/p>\n<p>SANTOS, Wagner Martins dos. Construindo identidades, justificando a\u00e7\u00f5es: a constru\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria dos terroristas nos discursos de George W. Bush. Revista Conjuntura Global, v. 7, n. 1, 2018.<\/p>\n<p>WENDT, A. Social Theory of International Politics. Cambridge: Cambridge University Press, 1999.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Autora: Oksanne Resende Dall\u2019 Alba Silveira O trabalho est\u00e1 baseado no TCC orientado pela professora Marina Vitelli e defendido em 2023 Resumo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":10,"featured_media":1254,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-1253","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.8 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>A Securitiza\u00e7\u00e3o e a Estrat\u00e9gia dos Estados Unidos na Guerra ao Terror no P\u00f3s 11 de setembro (2001-2008) - LIERI<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A Securitiza\u00e7\u00e3o e a Estrat\u00e9gia dos Estados Unidos na Guerra ao Terror no P\u00f3s 11 de setembro (2001-2008) - LIERI\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Autora: Oksanne Resende Dall\u2019 Alba Silveira O trabalho est\u00e1 baseado no TCC orientado pela professora Marina Vitelli e defendido em 2023 Resumo [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"LIERI\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2025-03-19T17:16:04+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2025-03-19T17:23:22+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2025\/03\/War-of-terror-1.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1000\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"667\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"lieri\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"lieri\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"10 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/\"},\"author\":{\"name\":\"lieri\",\"@id\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/#\/schema\/person\/91761e3de39c8556b3534dae4b8d900a\"},\"headline\":\"A Securitiza\u00e7\u00e3o e a Estrat\u00e9gia dos Estados Unidos na Guerra ao Terror no P\u00f3s 11 de setembro (2001-2008)\",\"datePublished\":\"2025-03-19T17:16:04+00:00\",\"dateModified\":\"2025-03-19T17:23:22+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/\"},\"wordCount\":2097,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2025\/03\/War-of-terror-1.jpg\",\"articleSection\":[\"Not\u00edcias\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/\",\"url\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/\",\"name\":\"A Securitiza\u00e7\u00e3o e a Estrat\u00e9gia dos Estados Unidos na Guerra ao Terror no P\u00f3s 11 de setembro (2001-2008) - LIERI\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2025\/03\/War-of-terror-1.jpg\",\"datePublished\":\"2025-03-19T17:16:04+00:00\",\"dateModified\":\"2025-03-19T17:23:22+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/#\/schema\/person\/91761e3de39c8556b3534dae4b8d900a\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2025\/03\/War-of-terror-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2025\/03\/War-of-terror-1.jpg\",\"width\":1000,\"height\":667},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"A Securitiza\u00e7\u00e3o e a Estrat\u00e9gia dos Estados Unidos na Guerra ao Terror no P\u00f3s 11 de setembro (2001-2008)\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/#website\",\"url\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/\",\"name\":\"LIERI\",\"description\":\"Laborat\u00f3rio Interdisciplinar de Estudos em Rela\u00e7\u00f5es Internacionais - UFRRJ\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/#\/schema\/person\/91761e3de39c8556b3534dae4b8d900a\",\"name\":\"lieri\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/3fa71032f5d2e34cc4721fdef806d8f004ec7c0c892e932c7ffde3d600c1d157?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/3fa71032f5d2e34cc4721fdef806d8f004ec7c0c892e932c7ffde3d600c1d157?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"lieri\"},\"url\":\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/author\/lieri\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"A Securitiza\u00e7\u00e3o e a Estrat\u00e9gia dos Estados Unidos na Guerra ao Terror no P\u00f3s 11 de setembro (2001-2008) - LIERI","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"A Securitiza\u00e7\u00e3o e a Estrat\u00e9gia dos Estados Unidos na Guerra ao Terror no P\u00f3s 11 de setembro (2001-2008) - LIERI","og_description":"Autora: Oksanne Resende Dall\u2019 Alba Silveira O trabalho est\u00e1 baseado no TCC orientado pela professora Marina Vitelli e defendido em 2023 Resumo [&hellip;]","og_url":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/","og_site_name":"LIERI","article_published_time":"2025-03-19T17:16:04+00:00","article_modified_time":"2025-03-19T17:23:22+00:00","og_image":[{"width":1000,"height":667,"url":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2025\/03\/War-of-terror-1.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"lieri","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"lieri","Est. tempo de leitura":"10 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/"},"author":{"name":"lieri","@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/#\/schema\/person\/91761e3de39c8556b3534dae4b8d900a"},"headline":"A Securitiza\u00e7\u00e3o e a Estrat\u00e9gia dos Estados Unidos na Guerra ao Terror no P\u00f3s 11 de setembro (2001-2008)","datePublished":"2025-03-19T17:16:04+00:00","dateModified":"2025-03-19T17:23:22+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/"},"wordCount":2097,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2025\/03\/War-of-terror-1.jpg","articleSection":["Not\u00edcias"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/","url":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/","name":"A Securitiza\u00e7\u00e3o e a Estrat\u00e9gia dos Estados Unidos na Guerra ao Terror no P\u00f3s 11 de setembro (2001-2008) - LIERI","isPartOf":{"@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2025\/03\/War-of-terror-1.jpg","datePublished":"2025-03-19T17:16:04+00:00","dateModified":"2025-03-19T17:23:22+00:00","author":{"@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/#\/schema\/person\/91761e3de39c8556b3534dae4b8d900a"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/#primaryimage","url":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2025\/03\/War-of-terror-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2025\/03\/War-of-terror-1.jpg","width":1000,"height":667},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/a-securitizacao-e-a-estrategia-dos-estados-unidos-na-guerra-ao-terror-no-pos-11-de-setembro-2001-2008\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"A Securitiza\u00e7\u00e3o e a Estrat\u00e9gia dos Estados Unidos na Guerra ao Terror no P\u00f3s 11 de setembro (2001-2008)"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/#website","url":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/","name":"LIERI","description":"Laborat\u00f3rio Interdisciplinar de Estudos em Rela\u00e7\u00f5es Internacionais - UFRRJ","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/#\/schema\/person\/91761e3de39c8556b3534dae4b8d900a","name":"lieri","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/3fa71032f5d2e34cc4721fdef806d8f004ec7c0c892e932c7ffde3d600c1d157?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/3fa71032f5d2e34cc4721fdef806d8f004ec7c0c892e932c7ffde3d600c1d157?s=96&d=mm&r=g","caption":"lieri"},"url":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/author\/lieri\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1253","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-json\/wp\/v2\/users\/10"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1253"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1253\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1256,"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1253\/revisions\/1256"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1254"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1253"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1253"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1253"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}