{"id":1235,"date":"2024-09-30T12:12:04","date_gmt":"2024-09-30T15:12:04","guid":{"rendered":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/?p=1235"},"modified":"2024-11-05T12:12:28","modified_gmt":"2024-11-05T15:12:28","slug":"intervencao-federal-no-rio-de-janeiro-e-colonialidade-de-poder-como-os-corpos-perifericos-se-tornaram-fonte-de-securitizacao-do-estado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/lieri\/intervencao-federal-no-rio-de-janeiro-e-colonialidade-de-poder-como-os-corpos-perifericos-se-tornaram-fonte-de-securitizacao-do-estado\/","title":{"rendered":"Interven\u00e7\u00e3o Federal no Rio de Janeiro e colonialidade de poder: como os corpos perif\u00e9ricos se tornaram fonte de securitiza\u00e7\u00e3o do Estado?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\"><strong>Victoria Torres Campbell<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right\">Bacharela em Rela\u00e7\u00f5es Internacionais pela UFRRJ e Mestranda de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais na PUC-RIO<\/p>\n<p style=\"text-align: right\">O trabalho est\u00e1 baseado no TCC orientado pelo professor Daniel Seb\u00e1stian Henao.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Resumo<\/strong><\/h2>\n<p>A Interven\u00e7\u00e3o Federal no Rio de Janeiro revela a persist\u00eancia da matriz colonial, que impacta de maneira diferenciada corpos perif\u00e9ricos e n\u00e3o perif\u00e9ricos em uma realidade violenta. Essa viol\u00eancia \u00e9 perpetuada por t\u00e1ticas de controle social, como a militariza\u00e7\u00e3o das for\u00e7as de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Palavras-chave:<\/strong> Colonialidade; Militariza\u00e7\u00e3o; Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>A estrutura colonial estabelecida no Brasil gerou impactos sociais e pol\u00edticos que reverberam at\u00e9 os dias de hoje, especialmente nos territ\u00f3rios perif\u00e9ricos, que s\u00e3o tratados como espa\u00e7os de exce\u00e7\u00e3o (Mallmann; Rodrigues, 2019). A matriz de poder colonial persiste, e suas sequelas s\u00e3o vis\u00edveis, com os sujeitos explorados, pobres e negros, sendo tratados como amea\u00e7as \u00e0 seguran\u00e7a e tendo seus direitos violados (Mignolo, 2000). Grosfoguel observa que a perspectiva colonial via as zonas perif\u00e9ricas como problem\u00e1ticas, justificando interven\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e militares, como as opera\u00e7\u00f5es no Rio de Janeiro, sob a premissa de uma &#8220;miss\u00e3o civilizadora&#8221; (Grosfoguel, 2008). Hoje, esses indiv\u00edduos s\u00e3o apontados como inimigos e amea\u00e7as, perpetuando um ciclo de explora\u00e7\u00e3o e domina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os limites entre guerra e paz tornaram-se indefinidos, impossibilitando a determina\u00e7\u00e3o objetiva de quando uma come\u00e7a e a outra termina (Jabri, 2007). De acordo com Souza e Serra (2020), a guerra se apresenta como um grande empreendimento de seguran\u00e7a, enquanto a paz se transformou em pretexto para interven\u00e7\u00e3o e ocupa\u00e7\u00e3o armada.<\/p>\n<p>A interven\u00e7\u00e3o federal no Rio de Janeiro em 2018 exemplifica a dificuldade de distinguir claramente os momentos de paz. A presen\u00e7a constante de armas e o controle social estabelecido pelo general Braga Netto dividem o tecido social entre &#8220;n\u00f3s&#8221; e &#8220;eles&#8221;, onde os corpos perif\u00e9ricos s\u00e3o identificados como inimigos (Cruz, 2017; Leite, 2012). A cidade se torna palco de uma guerra assim\u00e9trica, com t\u00e1ticas de combate usadas para lidar com amea\u00e7as internas atrav\u00e9s de ocupa\u00e7\u00e3o territorial, elimina\u00e7\u00e3o e controle dos inimigos marginalizados (Souza; Serra, 2020).<\/p>\n<p>O Estado, assim como grupos criminosos, utiliza m\u00e9todos de controle social violento, como cerco, ocupa\u00e7\u00e3o, invas\u00e3o e interven\u00e7\u00e3o nos morros e favelas (Machado da Silva, 2008). Essas t\u00e1ticas baseiam-se na cria\u00e7\u00e3o de perfis que atribuem comportamentos nocivos e associados \u00e0 viol\u00eancia aos corpos perif\u00e9ricos, militarizando a seguran\u00e7a p\u00fablica. Graham (2017) destaca que essa militariza\u00e7\u00e3o normaliza padr\u00f5es militares de pensamento, visando controlar o tecido social e disciplinar violentamente corpos, espa\u00e7os e identidades, observando que &#8220;a elimina\u00e7\u00e3o de pessoas e locais \u00e9 um tra\u00e7o extremamente comum, muitas vezes ignorado, em \u00e1reas urbanas do Sul global&#8221;.<\/p>\n<p>No p\u00f3s-Guerra Fria, o debate sobre as atividades militares e policiais destacou o uso das for\u00e7as armadas em espa\u00e7os tradicionalmente policiais. Pesquisadores sul-americanos descrevem esse processo como a indistin\u00e7\u00e3o entre defesa e seguran\u00e7a p\u00fablica (Saint Pierre, 2011), enquanto a bibliografia estadunidense e europeia v\u00ea isso como uma confus\u00e3o entre seguran\u00e7a interna e internacional. Na Am\u00e9rica do Sul, esse debate est\u00e1 amplamente relacionado ao crime organizado transnacional, especialmente ao tr\u00e1fico de drogas il\u00edcitas e seu impacto na viol\u00eancia urbana (Rodrigues, 2012).<\/p>\n<p>Huntington (1991) argumenta que assegurar o controle civil sobre as for\u00e7as armadas torna a profiss\u00e3o militar \u201cpoliticamente est\u00e9ril\u201d. Com a nova estrutura internacional p\u00f3s-Guerra Fria e a aus\u00eancia da amea\u00e7a comunista, o envolvimento das For\u00e7as Armadas tornou-se consequ\u00eancia de uma ret\u00f3rica criada e difundida tanto por atores pol\u00edticos quanto pela sociedade civil, especialmente pela grande imprensa: a l\u00f3gica da guerra. A sociedade, fragilizada pelo aumento da viol\u00eancia no Rio de Janeiro, assimila a reprodu\u00e7\u00e3o de vocabul\u00e1rios militares como \u201cguerra\u201d, \u201cinimigo\u201d, \u201ccombate\u201d e \u201cconquista\u201d como parte da realidade cotidiana, levando a opera\u00e7\u00f5es militarizadas vistas como necess\u00e1rias contra o \u201cperigo\u201d das fac\u00e7\u00f5es criminosas (Carvalho, 2021).<\/p>\n<p>Ao apontar os corpos marginalizados como desafios \u00e0 ordem, essas opera\u00e7\u00f5es legitimam a\u00e7\u00f5es violentas das for\u00e7as de seguran\u00e7a. Em espa\u00e7os de exce\u00e7\u00e3o, caracter\u00edsticos de cen\u00e1rios de guerra, a viol\u00eancia \u00e9 admitida contra os moradores das periferias. Sultan Barakat (2002) destaca essa l\u00f3gica da guerra: &#8220;hoje em dia, as guerras s\u00e3o travadas n\u00e3o em trincheiras e campos de batalha, mas sim em salas de estar, escolas e supermercados&#8221;. Isso reflete uma realidade onde o inimigo n\u00e3o s\u00e3o mais tropas uniformizadas, mas popula\u00e7\u00f5es inteiras vistas como criminosas ou amea\u00e7as.<\/p>\n<p>A estrutura da seguran\u00e7a p\u00fablica e o aparato policial no Rio de Janeiro s\u00e3o estabelecidos a partir de uma organiza\u00e7\u00e3o militarizada, resultante das repercuss\u00f5es coloniais que influenciam as din\u00e2micas de controle social sobre os corpos perif\u00e9ricos. Apesar das renova\u00e7\u00f5es e cria\u00e7\u00f5es de novos corpos policiais, essa configura\u00e7\u00e3o militar nunca foi desfeita. O processo de militariza\u00e7\u00e3o das for\u00e7as de seguran\u00e7a p\u00fablica intensificou-se especialmente ap\u00f3s o Golpe Militar de 1964 (Grotti; Bordin, 2020).<\/p>\n<p>Durante a ditadura militar, a Pol\u00edcia Civil assumiu a fun\u00e7\u00e3o de investigar crimes e conduzir inqu\u00e9ritos policiais, enquanto a Pol\u00edcia Militar ficou encarregada do policiamento ostensivo. Essa estrutura foi mantida mesmo ap\u00f3s a promulga\u00e7\u00e3o da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988, preservando o modelo estadual com as duas pol\u00edcias. A transi\u00e7\u00e3o da ditadura militar para o regime democr\u00e1tico n\u00e3o trouxe a desmilitariza\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia. Portanto, a tradi\u00e7\u00e3o autorit\u00e1ria permaneceu mesmo ap\u00f3s o marco formal democr\u00e1tico, pois a redemocratiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o resultou na separa\u00e7\u00e3o clara entre fun\u00e7\u00f5es militares e civis (Grotti; Bordin, 2020). Assim, \u00e9 poss\u00edvel afirmar que o per\u00edodo da ditadura militar moldou a base da nossa seguran\u00e7a p\u00fablica atual.<\/p>\n<p>Considerando a n\u00e3o desmilitariza\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia na transi\u00e7\u00e3o da ditadura militar e os frequentes atos interventivos no Rio de Janeiro, a Interven\u00e7\u00e3o Federal de 2018 n\u00e3o foi um fen\u00f4meno isolado, mas o auge de um processo de militariza\u00e7\u00e3o cont\u00ednua. O governo estadual do Rio de Janeiro sempre adotou uma l\u00f3gica militarista, baseada na cria\u00e7\u00e3o de um inimigo, contribuindo para uma dial\u00e9tica de criminaliza\u00e7\u00e3o da pobreza (Batista, 2002). Na \u00f3tica militarista, os territ\u00f3rios perif\u00e9ricos s\u00e3o vistos como \u00e1reas hostis, e seus moradores s\u00e3o retratados como amea\u00e7as.<\/p>\n<p>Analisando as a\u00e7\u00f5es militares no Rio de Janeiro ap\u00f3s a Constitui\u00e7\u00e3o de 1988, percebe-se um processo de militariza\u00e7\u00e3o que transcende a seguran\u00e7a p\u00fablica, atingindo outras pol\u00edticas p\u00fablicas civis e resultando na militariza\u00e7\u00e3o do cotidiano como estrat\u00e9gia pol\u00edtica (Camargo; Bordin; Souza, 2018). A cria\u00e7\u00e3o desse inimigo, frequentemente ligada a quest\u00f5es de ra\u00e7a e classe, permite imaginar certos grupos como respons\u00e1veis pela ru\u00edna da sociedade (Grotti; Bordin, 2020). No contexto da interven\u00e7\u00e3o, a figura do traficante \u00e9 determinada como o novo \u201cinimigo interno&#8221;, conferindo um novo prop\u00f3sito \u00e0s For\u00e7as Armadas.<\/p>\n<p>Os \u00edndices de criminalidade usados para justificar a Interven\u00e7\u00e3o Federal de 2018 n\u00e3o se sustentam quando comparados com outras regi\u00f5es e per\u00edodos. Segundo o F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica, o Rio de Janeiro apresentava \u00edndices de criminalidade menores que outros estados, como Sergipe, que tinha uma taxa de 60 homic\u00eddios por 100 mil habitantes, comparada a 37,6 no Rio de Janeiro em 2017. Isso sugere que a interven\u00e7\u00e3o pode ter sido motivada por interesses al\u00e9m da manuten\u00e7\u00e3o da ordem p\u00fablica (Observat\u00f3rio da Interven\u00e7\u00e3o, 2019).<\/p>\n<p>A Interven\u00e7\u00e3o Federal no Rio de Janeiro em 2018 deve ser compreendida dentro de um contexto hist\u00f3rico de militariza\u00e7\u00e3o cont\u00ednua e pol\u00edticas de seguran\u00e7a p\u00fablica que visam principalmente os territ\u00f3rios perif\u00e9ricos e suas popula\u00e7\u00f5es. Esta l\u00f3gica de guerra perpetua a viol\u00eancia e a exclus\u00e3o, refletindo uma pol\u00edtica que prioriza o controle e a domina\u00e7\u00e3o sobre a prote\u00e7\u00e3o e a inclus\u00e3o social.<\/p>\n<p>O uso da figura do traficante como inimigo interno e a militariza\u00e7\u00e3o como solu\u00e7\u00e3o para a criminalidade refletem uma l\u00f3gica que perpetua a viol\u00eancia colonial e a exclus\u00e3o de indiv\u00edduos marginalizados por quest\u00f5es de ra\u00e7a e classe. Incentivar o medo, em vez de buscar pol\u00edticas p\u00fablicas eficientes, tem sido uma ferramenta de controle social, afetando principalmente os mais pobres e marginalizados. A perpetua\u00e7\u00e3o da colonialidade e o tratamento dado \u00e0s popula\u00e7\u00f5es perif\u00e9ricas, entendidas como fora do padr\u00e3o estabelecido pela sociedade, s\u00e3o, na verdade, a norma.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas: <\/strong><\/h2>\n<p>BARAKAT, Sultan et al. The composite approach: research design in the context of war and armed conflict. Third World Quarterly, v. 23, n. 5, p. 991-1003, 2002.<\/p>\n<p>BATISTA, Nilo. (2002), \u201cM\u00eddia e sistema penal no capitalismo tardio\u201d. Revista Discursos Sediciosos, 7 (12): 271<\/p>\n<p>CAMARGO, Giovane Matheus; BORDIN, Marcelo; SOUZA, Aknaton Toczek. As interven\u00e7\u00f5es federais no Rio de Janeiro: a hipermilitariza\u00e7\u00e3o do cotidiano. 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Revista cr\u00edtica de ci\u00eancias sociais, n. 80, p. 115-147, 2008.<\/p>\n<p>GROTTI, Vyctor Hugo Guaita; BORDIN, Marcelo. Hipermilitariza\u00e7\u00e3o e letalidade policial: uma abordagem relacional. 2020<\/p>\n<p>HUNTINGTON, Samuel P. 1991. The Third Wave: Democratization in the Late Twentieth Century. Norman, Okla: University of Oklahoma Press<\/p>\n<p>JABRI, Vivienne. War and the transformation of global politics. Springer, 2007.<\/p>\n<p>MACHADO DA SILVA, Luiz Ant\u00f4nio (org.). (2008), Vida sob cerco: viol\u00eancia e rotina nas favelas do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, Nova Fronteira.<\/p>\n<p>MALLMANN, Rafaela Weber; RODRIGUES, Ana Paula Kravczuk. A Seletividade Punitiva No Brasil Expressa Em 80 Tiros: A Pol\u00edtica Da Morte Na Gest\u00e3o Biopol\u00edtica Da Vida. In: III Congresso Nacional Ci\u00eancias Criminais E Direitos Humanos. 2019.<\/p>\n<p>MIGNOLO, Walter D. El pensamiento decolonial: desprendimiento y apertura. Un manifiesto. In: CASTRO-G\u00d3MEZ, Santiago; GROSFOGUEL, Ram\u00f3n. El giro decolonial: reflexiones para una diversidad epist\u00e9mica m\u00e1s all\u00e1 del capitalismo global. Bogot\u00e1: Universidad Javeriana-Instituto Pensar, Universidad Central-IESCO, Siglo del hombre, 2007. p. 25-46.<\/p>\n<p>LEITE, M\u00e1rcia S. P. (2012), \u201cDa \u2018met\u00e1fora da guerra\u2019 ao projeto de \u2018pacifica\u00e7\u00e3o\u2019: favelas e pol\u00edticas de seguran\u00e7a p\u00fablica no Rio de Janeiro\u201d. Revista Brasileira de Seguran\u00e7a P\u00fablica, 6 (2): 374-389.<\/p>\n<p>OBSERVAT\u00d3RIO DA INTERVEN\u00c7\u00c3O. Relat\u00f3rio \u201cInterven\u00e7\u00e3o Federal: Um\u00a0 modelo para n\u00e3o copiar\u201d, 2019. Dispon\u00edvel em: RELATORIO_10_observ interv_web.pdf &#8211; Google Drive<\/p>\n<p>RODRIGUES, Thiago. Narcotr\u00e1fico e militariza\u00e7\u00e3o nas Am\u00e9ricas: v\u00edcio de guerra. Contexto Internacional, v. 34, p. 9-41, 2012.<\/p>\n<p>SOUZA, Lu\u00eds Ant\u00f4nio Francisco de; SERRA, Carlos Henrique Aguiar. Quando o Estado de exce\u00e7\u00e3o se torna permanente: reflex\u00f5es sobre a militariza\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a p\u00fablica no Brasil. Tempo Social, v. 32, p. 205-227, 2020.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Victoria Torres Campbell Bacharela em Rela\u00e7\u00f5es Internacionais pela UFRRJ e Mestranda de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais na PUC-RIO O trabalho est\u00e1 baseado no TCC [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":10,"featured_media":1236,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-1235","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.8 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Interven\u00e7\u00e3o Federal no Rio de Janeiro e colonialidade de poder: como os corpos perif\u00e9ricos se tornaram fonte de securitiza\u00e7\u00e3o do Estado? 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