{"id":4823,"date":"2018-11-03T12:14:04","date_gmt":"2018-11-03T15:14:04","guid":{"rendered":"http:\/\/blogs.ufrrj.br\/bloghumanidade\/?p=4823"},"modified":"2026-06-18T10:07:03","modified_gmt":"2026-06-18T13:07:03","slug":"a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\/","title":{"rendered":"A literatura africana feminina no olhar de uma pesquisadora ga\u00facha"},"content":{"rendered":"<h4>Professora C\u00edntia Acosta K\u00fctter (DLC) nos conta como se apaixonou sobre o tema e como \u00e9 ensinar essa tem\u00e1tica no curso de Letras da UFRRJ<\/h4>\n<p style=\"text-align: right\">\u00a0 <em style=\"text-align: right\">\u2014 por Lucas Meireles<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-5041 alignright\" src=\"http:\/\/blogs.ufrrj.br\/bloghumanidade\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2018\/10\/IMG-20181016-WA0007-2-1.jpg\" alt=\"\" width=\"453\" height=\"627\" srcset=\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-content\/uploads\/sites\/41\/2018\/10\/IMG-20181016-WA0007-2-1.jpg 506w, https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-content\/uploads\/sites\/41\/2018\/10\/IMG-20181016-WA0007-2-1-217x300.jpg 217w, https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-content\/uploads\/sites\/41\/2018\/10\/IMG-20181016-WA0007-2-1-51x70.jpg 51w\" sizes=\"auto, (max-width: 453px) 100vw, 453px\" \/><\/p>\n<p>Nascida em Rio Grande, a somente quatro horas da fronteira entre o Rio Grande do Sul e o Uruguai, a professora substituta do DLC, C\u00edntia Acosta K\u00fctter,\u00a0 tem um sotaque ga\u00facho bem marcado. A docente e pesquisadora cursou Letras Portugu\u00eas\/Franc\u00eas na Funda\u00e7\u00e3o Universidade Rio Grande (FURG), em sua cidade natal.<\/p>\n<p>Recentemente, defendeu o doutoramento em Letras Vern\u00e1culas &#8211; UFRRJ, com o tema de tese &#8220;Bildungsroman feminino: (des)encontros e rela\u00e7\u00f5es entre mem\u00f3ria e escrita&#8221;. No recente estudo, a pesquisadora discorre sobre como \u00e9 poss\u00edvel\u00a0 o &#8220;bildungsroman&#8221; (romance de forma\u00e7\u00e3o, em tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas) comparecer na literatura feminina africana . O romance de forma\u00e7\u00e3o \u00e9 um g\u00eanero liter\u00e1rio que designa de forma promenorizada todo um\u00a0\u00a0desenvolvimento de ordem f\u00edsica, moral est\u00e9tica social\u00a0ou pol\u00edtico de um personagem em uma dada hist\u00f3ria. Geralmente desde a sua inf\u00e2ncia ou adolesc\u00eancia at\u00e9 um estado de maior maturidade.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: right\">&#8220;As pessoas acham que a \u00c1frica \u00e9 um universo m\u00edtico, que n\u00e3o existe nada como aqui. Ledo engano nosso&#8221;<\/h3>\n<p>O interessante da obra de C\u00edntia \u00e9 que, para esse contexto,\u00a0\u00a0apenas a pesquisadora Cristina Vera Pinto j\u00e1 havia pesquisado sobre romances de forma\u00e7\u00e3o femininos. Entretanto, diferentemente da pesquisadora, C\u00edntia possu\u00eda uma tese diferente \u00e0 respeito do papel feminino neste g\u00eanero.<\/p>\n<p>&#8220;Mas a teoria dela (Vera Pinto) diz que quando a mulher atingir essa plenitude, esse aprendizado, ou ela vai acabar louca ou vai se suicidar ou vai morrer. Ou seja, a mulher est\u00e1 fadada a nunca atingir a sua plenitude. S\u00f3 que na minha disserta\u00e7\u00e3o e agora na minha tese de doutorado eu vou dizer que a mulher pode sim atingir essa plenitude. Mas para isso ela vai ser considerado uma transgressora, uma \u00e0 frente do seu tempo&#8221;, revela.<\/p>\n<p>C\u00edntia tamb\u00e9m \u00e9 Mestre em\u00a0 Literatura Portuguesa e Literaturas Africanas de L\u00edngua Portuguesa, pela UFF (2013) e licenciada em Letras Portugu\u00eas\/Franc\u00eas, pela Funda\u00e7\u00e3o Universidade do Rio Grande &#8211; FURG (2006). Tem experi\u00eancia como professora de Literaturas de L\u00edngua Portuguesa, L\u00edngua Portuguesa e Produ\u00e7\u00e3o textual em diversas institui\u00e7\u00f5es de ensino brasileiras, com foco na l\u00edngua, literatura e cultura brasileiras.\u00a0 Atualmente tamb\u00e9m integra o Grupo de Pesquisa &#8220;Escritas do corpo feminino&#8221; (UFRJ\/UNILAB).<\/p>\n<h4>Primeiro contato com a Literatura Africana<\/h4>\n<p>Foi na Universidade que C\u00edntia teve o primeiro contato com a Literatura Africana de L\u00edngua Portuguesa. O conte\u00fado era oferecido em apenas uma disciplina optativa ministrada \u00e0 tarde por um professor que era seu amigo. Pouco a pouco, a ent\u00e3o estudante foi conhecendo as obras de autores como Mia Couto e Pepetela.<\/p>\n<p>&#8220;Eu fazia a mesma pergunta que meus alunos hoje me fazem:\u00a0 Existe Literatura na \u00c1frica? Porque as pessoas acham que a \u00c1frica \u00e9 um universo m\u00edtico, que n\u00e3o existe nada como aqui. Ledo engano nosso&#8221;, explica entusiasmada\u00a0 a professora.<\/p>\n<p>Quando o marido de C\u00edntia veio fazer o doutorado no Rio de Janeiro, a docente descobriu que a UFRJ e a UFF eram refer\u00eancias no estudo da tem\u00e1tica no Brasil. No mestrado na UFF come\u00e7ou com o desejo de estudar a quest\u00e3o da negritude. Mas aos poucos foi entrando em contato com outras linhas de pesquisa.<\/p>\n<p>O restante dos mestrandos trabalhavam com Literatura Brasileira, Literatura Inglesa. Na \u00e9poca, C\u00edntia diz ter sido desafiada por um antigo professor.<\/p>\n<p>&#8220;Eu perguntei ao meu professor, Paulo Bezerra, que \u00e9 um dos maiores tradutores do russo para o portugu\u00eas aqui no Brasil, uma pessoa genial, como vou trabalhar isso. E ele disse: &#8216;ora, pega um dos teus africanos ai e conversa com minha teoria, eu te desafio&#8217;. Come\u00e7ou com uma provoca\u00e7\u00e3o, s\u00f3 que uma prova\u00e7\u00e3o positiva&#8221;, disse.<\/p>\n<h4>Diferen\u00e7as em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Literatura Africana<\/h4>\n<p>A escrita africana \u00e9 diferente da brasileira e das europeias. Na vis\u00e3o de C\u00edntia: &#8220;a Literatura Africana tem uma peculiaridade muito grande porque \u00e9 um reflexo da oralidade. As hist\u00f3rias t\u00eam caracter\u00edsticas de uma conversa&#8221;.<\/p>\n<p>A professora se arrepia, por exemplo, ao descrever o ritual de conta\u00e7\u00e3o dos <a href=\"http:\/\/www.processocom.org\/2016\/06\/01\/a-importancia-de-grios-na-socializacao-de-saberes-e-de-fazeres-da-cultura\/\">gri\u00f4s<\/a> (como s\u00e3o chamados os africanos mais velhos, respons\u00e1veis por transmitir os conhecimentos aos mais novos).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>OU\u00c7A AQUI A CONTA\u00c7\u00c3O DOS GRI\u00d4S<\/strong><\/p>\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-4823-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/wav\" src=\"http:\/\/blogs.ufrrj.br\/bloghumanidade\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2018\/10\/Entrevista-C\u00edntia-Acosta.wav?_=1\" \/><a href=\"http:\/\/blogs.ufrrj.br\/bloghumanidade\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2018\/10\/Entrevista-C\u00edntia-Acosta.wav\">http:\/\/blogs.ufrrj.br\/bloghumanidade\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2018\/10\/Entrevista-C\u00edntia-Acosta.wav<\/a><\/audio>\n<p>&#8220;At\u00e9 a conta\u00e7\u00e3o em si \u00e9 feita em um ritual. H\u00e1 uma fogueira e ai todos s\u00e3o postos em c\u00edrculos. Primeiros os mais novos, os jovens e depois os mais velhos. E quem conduz essa conta\u00e7\u00e3o s\u00e3o os gri\u00f4s. E sempre come\u00e7a com um &#8216;karingana wa karingana&#8217;, que \u00e9 o nosso &#8216;era uma vez&#8217; e uma salva de palmas. E ao final tamb\u00e9m se encerra com &#8216;karinga ua karingana&#8217;, que \u00e9 tamb\u00e9m um sinal de fechamento. Como se todos os ancestrais de outro plano, que estavam ali possam ser avisados que agora se encerrou o ritual e eles podem voltar para Orum&#8221;, descreve C\u00edntia.<\/p>\n<p>Dos contos dos gri\u00f4s a professora admite conhecer poucos. Apenas os compilados nas obras de Louren\u00e7o do Ros\u00e1rio e Nelson Sa\u00fate. Por\u00e9m, C\u00edntia, que ministrou uma oficina de conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias recentemente, sonha em um dia vivenciar, se lhe for permitido, um ritual em Mo\u00e7ambique. Afinal,\u00a0&#8220;sempre h\u00e1 o cunho do sagrado impl\u00edcito nessa conta\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<h4>Preconceito com a Literatura Africana na escola<\/h4>\n<p>C\u00edntia Acosta conta que trabalhou como professora em escola de ensino fundamental e quis trabalhar com livro intitulado &#8220;As M\u00e3os dos Pretos&#8221;, de Nelson Sa\u00fate. O conto do escritor mo\u00e7ambicano \u00e9 a indaga\u00e7\u00e3o de uma crian\u00e7a sobre o porqu\u00ea das m\u00e3os dos negros serem brancos. Mas foi impedida de trabalhar com o livro em sala.<\/p>\n<p>&#8220;Nessa sala de aula, onde 95% dos alunos eram negros. Ent\u00e3o o preconceito estava dentro de uma escola que \u00e9 o lugar por excel\u00eancia da gente desfazer tudo isso e \u00e9 o lugar onde estava sendo plantado&#8221;, revelou.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, a professora v\u00ea uma evolu\u00e7\u00e3o no estudo da Literatura Africana no Brasil. A <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/2003\/L10.639.htm\">Lei 10639\/2013<\/a> tornou obrigat\u00f3rio o ensino da Cultura Afro-Brasileiro no ensino fundamental, m\u00e9dio e superior, principalmente nos cursos de Letras.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: right\">&#8220;Ent\u00e3o o preconceito estava dentro de uma escola, que \u00e9 o lugar por excel\u00eancia da gente desfazer tudo isso e \u00e9 o lugar onde estava sendo plantado.&#8221;<\/h3>\n<p>Na USP, revela a docente, h\u00e1 seis per\u00edodos para o estudo de Literaturas Africanas de L\u00edngua Portuguesa. Um para cada pa\u00eds, Angola, Cabo Verde, Guin\u00e9 Bissau, Mo\u00e7ambique e S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe. Al\u00e9m de um destinado a introdu\u00e7\u00e3o te\u00f3rica. Na UFRJ e na UFF h\u00e1 dois per\u00edodos, enquanto na UFRRJ h\u00e1 apenas um.<\/p>\n<p>&#8220;Aqui na Rural n\u00f3s temos uma disciplina chamada Introdu\u00e7\u00e3o as Literaturas de L\u00edngua Portuguesa. Eu tenho uma implic\u00e2ncia com esse Introdu\u00e7\u00e3o. Porque n\u00f3s precisar\u00edamos de, no m\u00ednimo, quatro per\u00edodos para trabalhar as Literaturas Africanas de L\u00edngua Portuguesa&#8221;, explicou.<\/p>\n<h4>Pesquisa<\/h4>\n<p>O \u00faltimo artigo publicado por C\u00edntia Acosta, &#8220;<a href=\"https:\/\/www.revistas.usp.br\/ls\/article\/view\/148543\">Bildungsroman feminino: uma leitura de Balada de Amor ao Vento, de Paullina Chiziane<\/a>&#8220;, fruto das pesquisas da tese, \u00e9 uma grande mistura acad\u00eamica. A pesquisadora mistura um conceito alem\u00e3o com o estudo do russo Mikhail Bakhtin e um romance de uma escritora mo\u00e7ambicana.<\/p>\n<p>&#8220;Eu sou dada a essas loucuras acad\u00eamicas&#8221;, afirmou com uma verve de humor.<\/p>\n<p>As linhas de pesquisa relacionadas aos estudos africanos costumam ser formados predominantemente por pesquisadores negros. Mesmo sendo branca, a professora C\u00edntia acredita que sua cor n\u00e3o influencia na pesquisa.<\/p>\n<p>&#8220;Eu vejo que em alguns lugares, quando eu sou a \u00fanica mulher branca falando de negritude, falando de quest\u00f5es ligadas \u00e0 literatura africana de l\u00edngua portuguesa, eu sou olhada diferente. N\u00e3o sinto rejei\u00e7\u00e3o, mas sinto um olhar diferente&#8221;, explicou.<\/p>\n<p>A pesquisadora contou uma experi\u00eancia que viveu na <a href=\"http:\/\/www.unilab.edu.br\/\">Universidade da Integra\u00e7\u00e3o Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab)<\/a>. Na institui\u00e7\u00e3o h\u00e1 muitos estudantes de pa\u00edses como Cabo Verde e Guin\u00e9 Bissau. Sociedades, que segundo C\u00edntia, ainda muito marcadas pela cultura patriarcal e pela resist\u00eancia \u00e0 presen\u00e7a das mulheres que n\u00e3o sejam m\u00e3es.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: right\">&#8220;N\u00e3o sinto rejei\u00e7\u00e3o, mas sinto um olhar diferente&#8221;<\/h3>\n<p>&#8220;Na minha primeira fala, eu notei que muitos alunos, meninos negros que estavam de bra\u00e7os cruzados. E a partir do momento que agradeci a presen\u00e7a deles ali, eu mencionei propositalmente que eu tamb\u00e9m estava ali muito agradecida, deixando meus filhos em casa, no Rio de Janeiro. Automaticamente todos descruzaram os bra\u00e7os. Que era um s\u00edmbolo n\u00edtido de resist\u00eancia a minha presen\u00e7a e eles come\u00e7aram a me escutar. Ali eu ultrapassei a barreira de professora, mulher, para uma professora mulher e m\u00e3e. Superando essa imposi\u00e7\u00e3o da sociedade guineense&#8221;, revelou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Professora C\u00edntia Acosta K\u00fctter (DLC) nos conta como se apaixonou sobre o tema e como \u00e9 ensinar essa tem\u00e1tica no curso de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":5041,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[5,13],"tags":[67,151,152,153],"class_list":["post-4823","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-entrevistas","category-perfil","tag-cintia-acosta","tag-letras","tag-literatura","tag-literatura-africana"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>A literatura africana feminina no olhar de uma pesquisadora ga\u00facha - Humanidades<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"A professora C\u00edntia Acosta (DLC) pesquisa a Literatura Africana de L\u00edngua Portuguesa. Sendo uma das refer\u00eancias neste campo de estudos.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A literatura africana feminina no olhar de uma pesquisadora ga\u00facha - Humanidades\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"A professora C\u00edntia Acosta (DLC) pesquisa a Literatura Africana de L\u00edngua Portuguesa. Sendo uma das refer\u00eancias neste campo de estudos.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Humanidades\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/sitehumanidades\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2018-11-03T15:14:04+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-06-18T13:07:03+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-content\/uploads\/sites\/41\/2018\/10\/IMG-20181016-WA0007-2-1.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"506\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"700\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"admin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"admin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"8 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"admin\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/1e207cfe9dc1463495baab62c5c7cd34\"},\"headline\":\"A literatura africana feminina no olhar de uma pesquisadora ga\u00facha\",\"datePublished\":\"2018-11-03T15:14:04+00:00\",\"dateModified\":\"2026-06-18T13:07:03+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\\\/\"},\"wordCount\":1540,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/41\\\/2018\\\/10\\\/IMG-20181016-WA0007-2-1.jpg\",\"keywords\":[\"C\u00edntia Acosta\",\"Letras\",\"Literatura\",\"Literatura Africana\"],\"articleSection\":[\"Entrevistas\",\"Perfil\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\\\/\",\"name\":\"A literatura africana feminina no olhar de uma pesquisadora ga\u00facha - Humanidades\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/41\\\/2018\\\/10\\\/IMG-20181016-WA0007-2-1.jpg\",\"datePublished\":\"2018-11-03T15:14:04+00:00\",\"dateModified\":\"2026-06-18T13:07:03+00:00\",\"description\":\"A professora C\u00edntia Acosta (DLC) pesquisa a Literatura Africana de L\u00edngua Portuguesa. Sendo uma das refer\u00eancias neste campo de estudos.\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/41\\\/2018\\\/10\\\/IMG-20181016-WA0007-2-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/41\\\/2018\\\/10\\\/IMG-20181016-WA0007-2-1.jpg\",\"width\":506,\"height\":700},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"A literatura africana feminina no olhar de uma pesquisadora ga\u00facha\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/\",\"name\":\"Humanidades\",\"description\":\"\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/#organization\",\"name\":\"UFRRJ\",\"url\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/41\\\/2026\\\/01\\\/bannerHumanidades.png\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/41\\\/2026\\\/01\\\/bannerHumanidades.png\",\"width\":1121,\"height\":285,\"caption\":\"UFRRJ\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/www.facebook.com\\\/sitehumanidades\\\/\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/1e207cfe9dc1463495baab62c5c7cd34\",\"name\":\"admin\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/f193e07796826f6166a442020f4f314b432bae257aad4de7199dd1c314007c3d?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/f193e07796826f6166a442020f4f314b432bae257aad4de7199dd1c314007c3d?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/f193e07796826f6166a442020f4f314b432bae257aad4de7199dd1c314007c3d?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"admin\"},\"url\":\"https:\\\/\\\/laboratorios.ufrrj.br\\\/humanidades\\\/author\\\/admin\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"A literatura africana feminina no olhar de uma pesquisadora ga\u00facha - Humanidades","description":"A professora C\u00edntia Acosta (DLC) pesquisa a Literatura Africana de L\u00edngua Portuguesa. Sendo uma das refer\u00eancias neste campo de estudos.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"A literatura africana feminina no olhar de uma pesquisadora ga\u00facha - Humanidades","og_description":"A professora C\u00edntia Acosta (DLC) pesquisa a Literatura Africana de L\u00edngua Portuguesa. Sendo uma das refer\u00eancias neste campo de estudos.","og_url":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\/","og_site_name":"Humanidades","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/sitehumanidades\/","article_published_time":"2018-11-03T15:14:04+00:00","article_modified_time":"2026-06-18T13:07:03+00:00","og_image":[{"width":506,"height":700,"url":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-content\/uploads\/sites\/41\/2018\/10\/IMG-20181016-WA0007-2-1.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"admin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"admin","Est. tempo de leitura":"8 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\/"},"author":{"name":"admin","@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/#\/schema\/person\/1e207cfe9dc1463495baab62c5c7cd34"},"headline":"A literatura africana feminina no olhar de uma pesquisadora ga\u00facha","datePublished":"2018-11-03T15:14:04+00:00","dateModified":"2026-06-18T13:07:03+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\/"},"wordCount":1540,"publisher":{"@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-content\/uploads\/sites\/41\/2018\/10\/IMG-20181016-WA0007-2-1.jpg","keywords":["C\u00edntia Acosta","Letras","Literatura","Literatura Africana"],"articleSection":["Entrevistas","Perfil"],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\/","url":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\/","name":"A literatura africana feminina no olhar de uma pesquisadora ga\u00facha - Humanidades","isPartOf":{"@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-content\/uploads\/sites\/41\/2018\/10\/IMG-20181016-WA0007-2-1.jpg","datePublished":"2018-11-03T15:14:04+00:00","dateModified":"2026-06-18T13:07:03+00:00","description":"A professora C\u00edntia Acosta (DLC) pesquisa a Literatura Africana de L\u00edngua Portuguesa. Sendo uma das refer\u00eancias neste campo de estudos.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\/#primaryimage","url":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-content\/uploads\/sites\/41\/2018\/10\/IMG-20181016-WA0007-2-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-content\/uploads\/sites\/41\/2018\/10\/IMG-20181016-WA0007-2-1.jpg","width":506,"height":700},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/a-literatura-africana-feminina-no-olhar-de-uma-pesquisadora-gaucha\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"A literatura africana feminina no olhar de uma pesquisadora ga\u00facha"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/#website","url":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/","name":"Humanidades","description":"","publisher":{"@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/#organization","name":"UFRRJ","url":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-content\/uploads\/sites\/41\/2026\/01\/bannerHumanidades.png","contentUrl":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-content\/uploads\/sites\/41\/2026\/01\/bannerHumanidades.png","width":1121,"height":285,"caption":"UFRRJ"},"image":{"@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/sitehumanidades\/"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/#\/schema\/person\/1e207cfe9dc1463495baab62c5c7cd34","name":"admin","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f193e07796826f6166a442020f4f314b432bae257aad4de7199dd1c314007c3d?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f193e07796826f6166a442020f4f314b432bae257aad4de7199dd1c314007c3d?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f193e07796826f6166a442020f4f314b432bae257aad4de7199dd1c314007c3d?s=96&d=mm&r=g","caption":"admin"},"url":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/author\/admin\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4823","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4823"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4823\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16409,"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4823\/revisions\/16409"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5041"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4823"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4823"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4823"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}