{"id":1863,"date":"2017-06-24T19:44:45","date_gmt":"2017-06-24T22:44:45","guid":{"rendered":"http:\/\/blogs.ufrrj.br\/bloghumanidade\/?p=1863"},"modified":"2026-06-18T10:07:12","modified_gmt":"2026-06-18T13:07:12","slug":"a-reforma-da-previdencia-na-rural","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/a-reforma-da-previdencia-na-rural\/","title":{"rendered":"A Reforma da Previd\u00eancia na Rural"},"content":{"rendered":"<p><em>Colaboradores da UFRRJ avaliam as novas medidas da aposentadoria<\/em><\/p>\n<div id=\"attachment_1864\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1864\" class=\"size-medium wp-image-1864\" src=\"http:\/\/blogs.ufrrj.br\/bloghumanidade\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2017\/06\/Foto-M\u00e1rcio-300x269.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"269\" \/><p id=\"caption-attachment-1864\" class=\"wp-caption-text\">M\u00e1rcio Rufino, docente na UFRRJ, explica os motivos de sua desesperan\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Reforma. (Foto: Jean Telles)<\/p><\/div>\n<p>\u201cPosso ser bem sincero? Vou ser bem sincero. Acho que, no momento em que a gente vive hoje, vemos nossos direitos morrendo um a um, todos os dias. Ainda mais no Brasil, n\u00e9? Quando eu ingressei adolescente no mercado de trabalho, na d\u00e9cada de noventa, a discuss\u00e3o envolvendo o desemprego estrutural j\u00e1 existia. \u00c9 uma coisa que sempre fez parte da minha vida.\u201d<\/p>\n<p>M\u00e1rcio Rufino Silva, professor do Departamento de Geoci\u00eancias da Rural, n\u00e3o soa esperan\u00e7oso em rela\u00e7\u00e3o aos rumos sociais que o Brasil vem tomando. Em especial, \u00e9 a Reforma da Previd\u00eancia que preocupa o docente.<\/p>\n<p>Um dos carros-chefe do Governo Temer, a Reforma constitui um pacote de medidas que, segundo o governo, s\u00e3o essenciais para a sustentabilidade do sistema previdenci\u00e1rio. Atualmente tramitando na C\u00e2mara como \u201cPEC 287\u201d, um de seus pontos mais pol\u00eamicos abrange a implanta\u00e7\u00e3o de uma idade m\u00ednima para aposentadoria, agora de 62 para mulheres e 65 para homens. Antes, independente de sua idade, o cidad\u00e3o poderia se aposentar se j\u00e1 houvesse contribu\u00eddo por 30\/35 anos.<\/p>\n<p>Outra medida impopular \u00e9 o novo c\u00e1lculo do benef\u00edcio. Antes da Reforma, o valor da aposentadoria baseava-se em 70% da m\u00e9dia dos maiores sal\u00e1rios, mais 1% para cada ano trabalhado. Com as altera\u00e7\u00f5es, a porcentagem de 70% \u00e9 feita sobre a m\u00e9dia de todos os sal\u00e1rios, n\u00e3o s\u00f3 dos maiores, al\u00e9m de uma porcentagem que aumenta gradativamente. Se antes era necess\u00e1rio trabalhar por 30 anos para obter 100% da m\u00e9dia, agora \u00e9 preciso estar empregado por 40 anos \u2013 e o valor final ser\u00e1 menor, j\u00e1 que n\u00e3o conta s\u00f3 os maiores sal\u00e1rios.<\/p>\n<p>\u201cSacrif\u00edcios assim nunca acontecem pelo lado do grande capital, sempre s\u00e3o pela popula\u00e7\u00e3o em geral. E, nesses \u00faltimos s\u00e9culos, o trabalhador \u00e9 sempre penalizado\u201d, critica M\u00e1rcio, funcion\u00e1rio p\u00fablico h\u00e1 mais de 10 anos. \u201cO governo diz que, se n\u00e3o fizer reforma na previd\u00eancia, n\u00e3o haver\u00e1 aposentadoria para todo mundo. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 a contribui\u00e7\u00e3o individual de cada trabalhador que sustenta o sistema previdenci\u00e1rio, as empresas tamb\u00e9m devem contribuir a sua contrapartida, outras fontes de financiamento tamb\u00e9m devem contribuir.\u201d<br \/>\nOu\u00e7a aqui a fala de M\u00e1rcio na \u00edntegra:<\/p>\n<p><audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-1863-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"http:\/\/blogs.ufrrj.br\/bloghumanidade\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2017\/06\/marcio.mp3?_=1\" \/><a href=\"http:\/\/blogs.ufrrj.br\/bloghumanidade\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2017\/06\/marcio.mp3\">http:\/\/blogs.ufrrj.br\/bloghumanidade\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2017\/06\/marcio.mp3<\/a><\/audio><br \/>\nPara o docente, um dos dilemas que o governo encara, nesse cen\u00e1rio, \u00e9 pensar a longo prazo diante de uma economia que n\u00e3o funciona nessa durabilidade. \u201cA longo prazo n\u00e3o tem nada, a longo prazo o que existe \u00e9 a morte. Morte dessa economia. que n\u00e3o vai a frente hoje se n\u00e3o destruir o meio ambiente, a humanidade. Ela sobrevive da morte.\u201d<\/p>\n<p><strong>Sa\u00fade do trabalhador<\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_1865\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1865\" class=\"size-medium wp-image-1865\" src=\"http:\/\/blogs.ufrrj.br\/bloghumanidade\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2017\/06\/Foto-Meiryellem-300x291.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"291\" srcset=\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-content\/uploads\/sites\/41\/2017\/06\/Foto-Meiryellem-300x291.jpeg 300w, https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-content\/uploads\/sites\/41\/2017\/06\/Foto-Meiryellem-72x70.jpeg 72w, https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-content\/uploads\/sites\/41\/2017\/06\/Foto-Meiryellem.jpeg 721w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-1865\" class=\"wp-caption-text\">A assistente social, Meiryellem Pereira, denuncia os riscos de sa\u00fade pelo novo tempo obrigat\u00f3rio de contribui\u00e7\u00e3o. (Foto: Sintur-RJ)<\/p><\/div>\n<p>O ano de 1940 foi marcado pela Segunda Guerra Mundial, o tipo de evento que compromete a expectativa de vida da popula\u00e7\u00e3o civil. S\u00f3 no Brasil da \u00e9poca, esperava-se que as pessoas chegassem apenas aos 45,5 anos. J\u00e1 em 2015, segundo o IBGE, esse n\u00famero quase dobra: a expectativa de vida do brasileiro se tornou de 75,5 anos. Entretanto, viver por mais tempo n\u00e3o \u00e9 sin\u00f4nimo de uma vida melhor, principalmente se trabalhar ainda faz parte da vida do cidad\u00e3o.<\/p>\n<p>Segundo a assistente social e coordenadora da Divis\u00e3o de Sa\u00fade do Trabalhador da Rural (DAST), Meiryellem Pereira Valentim, um trabalhador com 60, 70 anos de idade j\u00e1 est\u00e1 debilitado por conta das condi\u00e7\u00f5es de trabalho, outra quest\u00e3o pol\u00eamica da Reforma.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 uma proposta desastrosa. \u00c9 realmente trabalhar at\u00e9 morrer. Se a gente pensar em uma aposentadoria integral at\u00e9 os 49 anos de contribui\u00e7\u00e3o, estamos pensando em trabalho at\u00e9 o fim da vida&#8221;, alerta a coordenadora. Em 2015, eram 22,2 aposentados para cada 100 trabalhadores no Brasil, de acordo com a S\u00edntese de Indicadores Sociais do IBGE daquele ano. &#8220;Uma coisa \u00e9 hoje a pessoa ter a op\u00e7\u00e3o de continuar ou n\u00e3o trabalhando, \u00e9 diferente de ser uma obriga\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>Meiryellem analisou o impacto que a aprova\u00e7\u00e3o da Reforma Previdenci\u00e1ria pode causar na UFRRJ. Segundo ela, at\u00e9 os dados de 2015, a universidade possu\u00eda 580 trabalhadores em Abono de Perman\u00eancia (valor adicionado ao sal\u00e1rio dos trabalhadores que cumpriram os requisitos para se aposentar, mas resolveram permanecer trabalhando), de um total de 2500 colaboradores.<\/p>\n<p>\u201cEnt\u00e3o, s\u00e3o 580 pessoas que j\u00e1 podem se aposentar na Rural. O processo de aposentadoria acelerou muito por causa da Reforma da Previd\u00eancia. Hoje, se todos resolverem se aposentar com medo das mudan\u00e7as, podemos ter um impacto muito grande na m\u00e3o-de-obra que a Universidade tem\u201d, explica a assistente social.<\/p>\n<p>\u201cOu\u00e7a aqui a fala de Meiryellem na \u00edntegra\u201d<\/p>\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-1863-2\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"http:\/\/blogs.ufrrj.br\/bloghumanidade\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2017\/06\/meiryellen.mp3?_=2\" \/><a href=\"http:\/\/blogs.ufrrj.br\/bloghumanidade\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2017\/06\/meiryellen.mp3\">http:\/\/blogs.ufrrj.br\/bloghumanidade\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2017\/06\/meiryellen.mp3<\/a><\/audio>\n<p>O governo parece estar atento a responder \u00e0s preocupa\u00e7\u00f5es como as de Meiryellem. No site oficial da Reforma da Previd\u00eancia, as justificativas para sua aprova\u00e7\u00e3o v\u00e3o de reduzir desigualdades regionais atrav\u00e9s da idade m\u00ednima para aposentadoria a equiparar as regras previdenci\u00e1rias com os pol\u00edticos. O professor M\u00e1rcio Rufino explica que n\u00e3o \u00e9 bem assim:<\/p>\n<p>\u201cVoc\u00ea v\u00ea todas as justificativas do governo federal para defender a reforma: \u2018ah, vamos equiparar os pol\u00edticos, como se os parlamentares fossem todos iguais&#8230; Al\u00e9m disso, h\u00e1 tamb\u00e9m os ganhos pecuni\u00e1rios das suas empresas, seus outros investimentos fora das atividades parlamentares. Nem os parlamentares s\u00e3o todos iguais, ent\u00e3o essa igualdade \u00e9 inexistente.\u201d<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a aposentadoria por invalidez tamb\u00e9m n\u00e3o passar\u00e1 intocada. Antes, nesse caso, algumas enfermidades e acidentes de tr\u00e2nsito tamb\u00e9m davam direito \u00e0 100% da m\u00e9dia das contribui\u00e7\u00f5es. A reforma altera essa din\u00e2mica, e apenas os acidentes de trabalho ter\u00e3o acesso a essa porcentagem total. Outras casualidades ter\u00e3o a restitui\u00e7\u00e3o cortada quase pela metade, como o pr\u00f3prio acidente de tr\u00e2nsito, viol\u00eancias e doen\u00e7as, ent\u00e3o com 51% do valor do benef\u00edcio e mais 1% por ano de contribui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Experi\u00eancia de vida <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<div id=\"attachment_1866\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1866\" class=\"size-medium wp-image-1866\" src=\"http:\/\/blogs.ufrrj.br\/bloghumanidade\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2017\/06\/Foto-Ducl\u00e9rio-300x250.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"250\" \/><p id=\"caption-attachment-1866\" class=\"wp-caption-text\">Ducl\u00e9rio do Vale, coordenador geral de auditoria interna na Rural, n\u00e3o ser\u00e1 afetado pelas regras recentes da Previd\u00eancia, mas se preocupa com o futuro da qualidade do trabalho. (Foto: Beatriz Rodrigues)<\/p><\/div>\n<p>\u201cMinha vida come\u00e7ou na busca por trabalho, ap\u00f3s ter servido no ex\u00e9rcito. Eu vim de uma fam\u00edlia simples, de lavradores. E quando fui ver, a cidade havia crescido. Meu primeiro emprego foi aos 22 anos, como servente de pedreiro com carteira assinada. Sa\u00eda de casa quatro horas da manh\u00e3 em um trem lotado, depois corria para pegar um \u00f4nibus.\u201d<\/p><\/blockquote>\n<p>Pensar no dia a dia do trabalhador, em conjunto com sua longa hist\u00f3ria de trabalho, traz o questionamento de como as novas gera\u00e7\u00f5es passar\u00e3o por essa experi\u00eancia. Nessa perspectiva, o funcion\u00e1rio p\u00fablico e coordenador geral da auditoria interna da UFRRJ, Ducl\u00e9rio Jos\u00e9 do Vale, conta um pouco sobre sua hist\u00f3ria de vida e a luta para conseguir seguir no mercado de trabalho.<\/p>\n<p>Depois do primeiro emprego, Ducl\u00e9rio ainda teve mais dois trabalhos at\u00e9 ter a oportunidade de ingressar no ensino superior. Formou-se em tr\u00eas cursos e, logo depois, ingressou no servi\u00e7o p\u00fablico e a t\u00e3o sonhada estabilidade financeira. Como um trabalhador antigo, a nova lei n\u00e3o o atinge, por\u00e9m, n\u00e3o tira a preocupa\u00e7\u00e3o de quem sabe o significado literal da palavra \u201csacrif\u00edcio\u201d.<\/p>\n<p>\u201cO trabalhador contribui os 35 anos de trabalho para que um dia ele se aposente e possa, ent\u00e3o, usufruir um pouco da vida. At\u00e9 mesmo porque ele perde mais da metade da sua vida trabalhando. A\u00ed come\u00e7am a surgir medidas punitivas ao trabalhador\u201d, explica o servidor p\u00fablico.<\/p>\n<p>Ducl\u00e9rio se considera um trabalhador privilegiado por possuir um emprego que permite uma boa qualidade de vida. Afinal de contas, para ele, muitos dos empregados no pa\u00eds, nesse momento, sofrem n\u00e3o s\u00f3 com p\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es de trabalho, mas tamb\u00e9m com a falta de aux\u00edlio do governo.<\/p>\n<p>\u201cNem todos tem condi\u00e7\u00f5es de cuidar da sua sa\u00fade. A faixa et\u00e1ria \u00e9 uma inc\u00f3gnita. Uns t\u00eam uma condi\u00e7\u00e3o de se cuidar melhor e outros j\u00e1 n\u00e3o tem\u201d, complementa Ducl\u00e9rio. \u201cE n\u00e3o existe um sistema de sa\u00fade no nosso pa\u00eds que d\u00ea a esse trabalhador a certeza de que ele estar\u00e1 sendo cuidado. Temos tamb\u00e9m o problema da alimenta\u00e7\u00e3o, nem todos tem acesso \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o b\u00e1sica. O trabalhador vai permanecer mais tempo no trabalho e ter\u00e1 menos tempo para se cuidar. O dia tem vinte e quatro horas. Costumam dizer que s\u00e3o oito para dormir, oito para trabalhar e oito para lazer. O trabalhador j\u00e1 gasta, em m\u00e9dia, 16 horas entre ir e voltar do trabalho\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A Previd\u00eancia pela hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>As novas inser\u00e7\u00f5es da Previd\u00eancia na Constitui\u00e7\u00e3o brasileira remontam ao hist\u00f3rico das conquistas trabalhistas na legisla\u00e7\u00e3o. Para saber mais sobre sua evolu\u00e7\u00e3o no Brasil, acesse nossa linha do tempo da Previd\u00eancia Social no pa\u00eds <a href=\"https:\/\/www.timetoast.com\/timelines\/1525976\">clicando aqui<\/a>.<\/p>\n<div id=\"attachment_1867\" style=\"width: 1102px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/www.timetoast.com\/timelines\/1525976\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1867\" class=\"wp-image-1867 size-full\" src=\"http:\/\/blogs.ufrrj.br\/bloghumanidade\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2017\/06\/LinhaTempo.png\" alt=\"\" width=\"1092\" height=\"423\" srcset=\"https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-content\/uploads\/sites\/41\/2017\/06\/LinhaTempo.png 1092w, https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-content\/uploads\/sites\/41\/2017\/06\/LinhaTempo-300x116.png 300w, https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-content\/uploads\/sites\/41\/2017\/06\/LinhaTempo-1024x397.png 1024w, https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-content\/uploads\/sites\/41\/2017\/06\/LinhaTempo-768x297.png 768w, https:\/\/laboratorios.ufrrj.br\/humanidades\/wp-content\/uploads\/sites\/41\/2017\/06\/LinhaTempo-181x70.png 181w\" sizes=\"auto, (max-width: 1092px) 100vw, 1092px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1867\" class=\"wp-caption-text\">Linha do Tempo sobre a hist\u00f3ria da Previd\u00eancia Social no Brasil<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Colaboradores da UFRRJ avaliam as novas medidas da aposentadoria \u201cPosso ser bem sincero? 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